Hoje abri o PgAdmin, um programa que uso aqui no trabalho para gerenciar o banco de dados, e me deparei, surpreso, com a “Dica do Dia” abaixo:

Não tem nada a ver com o programa ou com banco de dados. Trata-se de uma referência ao livro O Guia do Mochileiro das Galáxias.
Nada mais é que uma piadinha. Piadinha nerd, é claro.
Programadores, portanto, também têm senso de humor. Mais algumas provas:


Pena que piadas de nicho não são entendidas por quem é de fora.
Ontem teve a festa do lançamento da Playboy com a Gyselle na capa. Aquela edição que tem a capa tão descaradamente photoshopada.
E a Gyselle foi com o vestido que se vê na foto abaixo:
Fez os homens presentes babarem.
E causou reações distintas em algumas mulheres.

Olha a cara da mulher lá atrás…
Inveja?
Uma das coisas mais legais de se manter um blog é ver a sua obra se espalhando. Quase sempre alguém me diz que recebeu algum texto meu por e-mail ou em algum outro lugar. Raramente com autor identificado, mas tudo bem.
O maior sucesso do blog é a seção “Guia Gump de Cidades“. Já provocou muitas risadas, como no caso do artigo sobre RioMafra, região onde eu cresci, e o pessoal de lá adorou. Graças ao post, reencontrei muitos antigos conhecidos. Mas nem todo mundo leva a seção como a grande brincadeira que é. Portanto, ela já causou muita polêmica, principalmente nos artigos sobre São Bento do Sul e Goiânia.
Mas o grande sucesso do blog, mesmo, foi o Dicionário Goianês, criado inicialmente apenas como um apêndice para o guia sobre Goiânia. Foi espalhado por e-mail, re-publicado em diversos blogs (citando os créditos ou não), alterado e re-publicado novamente (até na Desciclopédia). E, agora, apareceu na edição de domingo do Diário da Manhã, na capa do DM Revista.

Chamada na capa do Diário da Manhã para matéria que cita um folheto baseado no Dicionário Goianês
A matéria cita um folheto que dizem que é distribuido aos visitantes da cidade. Em tal folheto, apenas um dos verbetes não havia saÃdo do meu post. Os demais, no máximo foram levemente adaptados.
Já perdi realmente a conta dos lugares em que vi meus verbetes (normalmente acrescentados de outros). É um texto muito famoso. Só o autor que é desconhecido.
O bom disso tudo é que eu aprendi uma técnica muito útil para posts que eu acho que serão amplamente copiados. No dicionário eu citei algumas vezes meu nome no texto, e ele acabou sendo repassado e republicado assim. Comecei a fazer isso com os textos que saÃam no UÊBA.
Faço isso porque foi muito chato quando, lá no comecinho do blog, o artigo “Como fumar sem ser odiado” foi copiado por um blog muito visitado. É triste quando alguém me visita e diz que sabe “de onde eu copiei o texto”.
Este texto é o quarto da série A vida em 4 linhas de ônibus. Finalmente terminando a série.
Andei muito pouco de busão aqui em Goiânia, mas tenho certeza que se o tivesse feito um pouquinho mais, teria infinitas idéias para posts. Acho até que vou dar umas voltas pela cidade de busão só para pegar inspiração.
O primeiro dia em que eu peguei ônibus aqui foi quando fiz o concurso para o Tribunal de Justiça, quando ainda morava no sul. E aà já ficou clara uma deficiência do transporte: você precisa comprar o chamado “sit-pass” (muito semelhante a um bilhete de metrô) antes do embarque. Isso em geral é bom, porque agiliza as coisas. Mas não é tão fácil assim de comprá-lo. Num final de semana, esqueça. Se em um domingo você precisar andar de ônibus em Goiânia e não tiver sit-pass, desista. Vá à pé, pegue um táxi, use seu próprio carro, mas não bata perna por aà procurando sit-pass, porque é, em geral, perda de tempo. (Dica gumpesca: se houver a menor possibilidade de ter que pegar ônibus em Goiânia, tenha um sit-pass no bolso).

Ô, coisinha difÃcil de comprar à s vezes…
No dia do concurso foi um tumulto para pegar ônibus, já que muita gente entrava sem sit-pass, descobria que precisava dele e não conseguia sair, com a multidão empurrando. Essas pessoas acabavam tendo que conseguir comprar de alguém lá dentro mesmo. E eu, que tinha sit-pass, não conseguia entrar.
No mesmo final de semana, fui apresentado ao Monster Bus! Trata-se do apelido da linha Eixo Anhanguera, um ônibus articulado que corta a cidade de Goiânia. Só tive que permanecer nele por algumas paradas, mas foi o suficiente para decidir voltar à pé.
Conceitualmente, o Monster Bus é muito bom. É uma adaptação dos ônibus biarticulados de Curitiba. O único defeito do ônibus em si, na minha opinião, é a falta de ligação entre a plataforma elevada de embarque e a porta do ônibus. Simplesmente fica um grande vão ali, suficiente para caber uma perna inteira. Já vi acontecer. Mas ele favorece muito a população de boa parte da cidade, pois liga duas regiões distantes de Goiânia de forma rápida, usando sua pista exclusiva.
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Nem só de gente fedida vive o busão…
Finalistas do Concurso Miss Monster Bus Eixão – clique na foto para ampliar
Foto: Diário da Manhã
Mas, na prática, pegar o Monster Bus não é uma experiência agradável. Parece até que existem certas leis para o funcionamento da linha:
Mas, provando que Goiânia é terra de mulheres bonitas, até mesmo no interior do Monster Bus é possÃvel encontrá-las. Já houve até um concurso Miss-Eixão!
E agora o Monster Bus também faz sucesso no Youtube, com o clip do Rock do Monster Bus. O vÃdeo é muito bom e retrata bem o que é uma viagem nesse ônibus. Veja o clipe abaixo:
Você, que navega na internet com frequência, provavelmente costuma procurar o site de alguma empresa quando necessita algum serviço da mesma. Eu faço isso.
Pois hoje eu precisava do telefone da academia e achei que encontraria no site. O site já está no ar há meses, mas antes tinha só o logo. Nem sequer tinha endereço e telefone.
Acreditei que já teriam atualizado, já que é uma academia de um excelente nÃvel.
E eu estava certo, já tinham atualizado. Agora está funcionando uma nova versão!
Versão de teste de layout, cheia dos “loren ipsum” da vida…
Conversando, descobri que perguntar “em que lÃngua o site da academia está escrito?” é uma piadinha comum entre os alunos. Ou seja, o número de viciados em internet é muito maior do que os donos do site imaginavam.
Então aprendam, crianças: nunca subam uma versão de testes de um site importante. Você não precisa divulgar para que as pessoas tentem acessar www.nomedaempresa.com.br.
Mas pelo menos dessa vez, já tinha o telefone e o endereço. Em português, não ‘lorenimpsumês‘.