Nota: Este é um artigo que contém zoação e não é totalmente informativo. Não leve muito a sério.
Belo Horizonte, ou Belzonti, na língua local, é a capital de Pãodequeijolândia. Fica logali. More você em Contagem ou em Manaus.
É uma linda cidade, muito bem sinalizada, e seus habitantes, de ambos os sexos, têm seus motivos para gostar de morar lá.
Para as mulheres, há academias que também são salão de beleza e, de quebra, ainda têm Lan House integrada, para os namorados esperarem sem reclamar
Isso para as que têm namorado, já que há um grande desequilíbrio entre homens e mulheres. Esse é o grande motivo pelo qual os belorizontinos homens gostam tanto da cidade.
Na Av. Brasil, já há um local que segue a tendência causada pelos números. Nele, são as mulheres que tiram os homens para dançar. É só o primeiro passo. Em breve, os homens terão entrada livre nas baladas e, mesmo assim, haverá muito mais mulheres do que homens nesses ambientes. Exatamente o oposto de cidades como Curitiba.

São as mulheres que tiram os homens para dançar
Falando em Av. Brasil, no final dela temos a Praça da Liberdade. É um local muito usado para queimar as calorias dos pães de queijo ingeridos durante o dia. Um belo lugar para um cooper! De lá, desci a Cristóvão Colombo, onde há uma sorveteria que foi recomendada por uma amiga. Na verdade, ela me disse que apesar de o sorvete ser bom, o lugar estava muito decadente. Decadente? Isso deixou o lugar irresistível para mim!
Realmente, o local tem um bom sorvete, mas precisa de uma boa reforma. E tem-se a experiência única de saborear um sorvete apreciando uma fragrância de urina. Mas não é culpa da sorveteria, e sim da sua localização. Ela fica bem no Mijódromo Xixizódromo da Cristóvão Colombo.
Mas estou me atropelando aqui! Já estou chegando na Savassi e se você, da mesma forma que eu, for pobre chegar pela rodoviária, tem outro percurso melhor pra fazer primeiro. Depois de se assustar com o calabouço que é a área de desembarque, suba até o piso principal e compre um mapa da cidade numa livraria.
Sim, faça isso.
Depois descubra que existe um balcão de informações turísticas muito bom. Morra de raiva por ter gasto dinheiro com o mapa, porque vai ganhar um de graça ali. E ainda ganha um pequeno guia para o turista, sempre atualizado com os eventos específicos do mês atual. Muito bom!
A moça do guichê turístico é muito atenciosa e simpática, mas já vai lhe deixar frustrado: ela responde as coisas sem falar Uai. Aliás, eu tive essa frustração a viagem toda: aqui em Goiânia fala-se mais mineirês que em BH. Na verdade, fala-se o Goianês, que é quase um mineirês. Até porque goiano nada mais é que um mineiro que gosta mais de música sertaneja.
Além de prestativa, a moça do guichê ainda faz com que você interaja com o belorizontino e conheça um pouquinho mais da Av. Afonso Pena, a principal da cidade. Ela lhe indica o ponto errado para você pegar o ônibus 2004 para o Mineirão, mas tudo inteligentemente planejado. Nada que você não possa descobrir perguntando. Ou sozinho, pra quem é tímido/orgulhoso/anti-social.
No Mineirão, você paga uma taxa de 2,00 e isso lhe dá o direito de ser acompanhado por um guia turístico. Talvez seja mais uma obrigação que um direito, já que você não tem opção. Ele mostra, entre outras coisas, uma placa na qual o Pelé, distraído, pisou descalço sem querer e acabou amassando. Acabaram usando como se fosse uma homenagem pelo milésimo gol. Assim, um monte de manés, como eu, acreditam na história da homenagem e vão lá tirar foto da placa.

Placa amassada pelo pé do Pelé
Eu não sabia, mas estava tendo jogo na hora em que fui visitar o estádio. Conforme o placar eletrônico, a partida era entre Testando1 e Testando2.

Nunca ouvi falar desses times. Vai ver era por isso que o estádio estava tão vazio
O estádio é realmente muito bonito e a visibilidade é fantástica. Tenho que voltar pra Belzonti em dia de jogo!
Do Mineirão à Lagoa da Pampulha é pertinho. Não é logali, é pertinho mesmo. Pra ir à pé.
Lá chegando, nota-se um enfeite curioso no asfalto. São linhas brancas paralelas. Para um turista mais desavisado, parece até faixa de pedestre. Mas não há semáforo e os carros atropelam sem dó qualquer pedestre que pise ali.
Espere pacientemente uns 10 minutos e você já poderá atravessar.
Correndo, é claro!

Mineirinho e Mineirão vistos da Lagoa da Pampulha
Vale a pena! A região da Lagoa da Pampulha é linda, apesar de um pouco de lixo às suas margens. Também é uma região famosa pela densa concentração de mosquitos, a maior de Pãodequeijolândia. Se estiver lá no fim de tarde, vá preparado com seu melhor espírito para dar alimento a essas lindas criaturinhas de Deus.
Há várias paradas interessantes na lagoa da Pampulha, todas muito bonitas, como a igrejinha da Pampulha. Mas como tudo é muito bonitinho e não muito bizarrinho, não tem a ver com o Guia Gump. De qualquer forma, há um circular no local para você poder conhecer todos os pontos turísticos da Pampulha.
Depois do passeio na lagoa, é hora de voltar pra região central. Dizem que os fundadores de Belzonti, a primeira cidade planejada do Brasil, eram turistas frequentes do distrito campineiro de Mafra-SC, o Espigão do Bugre. Portanto, o marco zero da cidade é um símbolo fálico na praça Sete.

Praça Sete
Na frente da prefeitura, temos as estátuas de Carlos Drummond de Andrade e Pedro Nava. Diz a lenda que Pedro Nava, no momento eternizado na escultura, tentava pegar na mão de Drummond, que se esquivava. Nava teria dito: “vem Carlos, ser Gaúcho na vida!“.

Veja bem a cara de “Sai fora, sou espada!” do Drummond.
A frase serviu de inspiração e foi adaptada com uma palavra francesa com escrita semelhante. Virou: “Vai, Carlos, ser gauche na vida” no Poema de Sete Faces de Drummond.
O Parque Municipal é um antigo símbolo da cidade. É do tempo de sua fundação e, apesar de ter frequentadores um tanto mal-encarados, é bastante agradável. E tem até quadra pública de tênis.

Parque Municipal
Ali do ladinho, na Afonso Pena, tem a feira hippie, aos domingos, onde pode-se comprar roupas de estilo inconfundível, e muito espetinho com farofa.
Um lugar semelhante, mas fechado, é o Mercado Central, onde é possível comprar de tudo. Incluindo diversos animais vivos. Seu interior foi inspirado no labirinto do Minotauro, da mitologia grega. Portanto, memorize o caminho para conseguir sair.
Não sei se foi a vontade extrema de tomar sorvete na hora, mas eu simplesmente adorei um sorvete de lá. Só não me pergunte onde. Foi logo antes de eu rodar 3 vezes procurando a saída que eu queria.
Você pode então incorporar um espírito mineiro e caminhar por toda a Afonso Pena, que depois vira Agulhas Negras, para chegar até um ponto em que se tem uma maravilhosa vista da cidade. Depois de subir uma bela ladeira!
Você passará pela Praça da Bandeira e chegará até a Praça do Papa. É assim chamada porque (adivinhe!! Adivinhe!!) o Papa João Puxa-Saco II esteve lá e disse “Mas que Belo Horizonte!“.

Puxa-saquismo? Nada, a vista realmente é bonita!
Uma amiga criada em BH me disse que, à noite, se acumulam por lá muitos carros de vidros embaçados e jovens seminus dentro. Ela jura que soube disso porque lhe contaram.
Ali pertinho tem a famosa Rua do Amendoim, onde teoricamente os carros desligados sobem a ladeira em vez de descer. O guia dá diversas versões para alimentar o mistério. Deixei pra ver na volta e acabei não podendo ir. Mas a pé não ia ter muita graça.

Placa indicando a Rua do Amendoim e sua característica peculiar
Subindo mais um pouco até o final da Agulhas Negras e virando à esquerda, chega-se ao parque Mangabeiras. Muito bom! Bem cuidado e cheio de trilhas e caminhos, e até uma linha interna de ônibus. Só é triste constatar que o mau gosto musical já chegou ao reino animal. Há muitos pássaros que ficam gritando “Créééu! Créééu!“.

Parque das Mangabeiras e a Serra do Curral ao fundo
No parque há um restaurante muito aconchegante, onde você pode comer um PF enquanto eles vão tirando todas as mesas ao seu redor e fazendo a limpeza. Eles, durante o processo, olham para você com um sorriso e dizem:
- Fique à vontade!
Só não aproveitei mais lá no parque porque começou a gotejar. Resolvi voltar. E dessa vez Murphy não estava comigo em BH. Logo que entrei num busão, o céu desabou. O toró só passou um minuto antes de eu ter que descer!
E depois de driblar cambistas de passagens, ou vendedores de lugares em ônibus clandestinos, consegui voltar pra rodoviária.
Agora, preciso ir novamente para BH para conhecer os barzinhos. Estar na Capital dos Bares sem ir a um bar é como, sei lá, ir para Fortaleza e não ver o mar.
Para informações mais sérias e corretas sobre a cidade, visite o site oficial.
Esse bebedouro da rodoviária de Belo Horizonte me deu medo!

O que faziam nele que levou os administradores da rodoviária a fixarem esse cartaz? Espero que só lavar as mãos, copos, etc…
Vi no blog do mais-ou-menos-japa Hoshi um artigo mostrando alguém que levou a sério a necessidade de expandir a área de atuação. Lembrei disso ao ver uma placa na principal avenida de Belo Horizonte:

É a solução para você, mulher, preocupada com a boa forma e com os cuidados com a beleza!
Num só lugar você mantém seu corpo sarado, e depois vai ao salão completar o cuidado com o visual. Enquanto isso, seu namorado preguiçoso e barrigudo fica jogando ou navegando na Internet! Assim ele não vai reclamar que você passa mais tempo no salão do que com ele.
E tudo isso baratinho!
Só cuidado para ele não passar ainda mais tempo que você nesse lugar!
Eu estava escondido no meio do nada passeando no interior de Minas quando alguém leu um pensamento, em voz alta:
- Destrua o inútil, onde quer que ele esteja escondido!
Putz!! Fui encontrado aqui! E querem me destruir!
O negócio é sair do meu esconderijo viajar de volta para Goiânia. Mas não sem antes passar em BH novamente, para terminar o Guia Gump de Cidades: Belo Horizonte.
Aguarde!
Nota: Este é um artigo de zoação, não informativo. Não leve a sério. Nem as (des-)informações (bom, nem todas) e nem as brincadeiras. Se você procura informações sérias sobre as cidades, não é aqui que vai encontrar.
RioMafra não é uma cidade, e sim duas, separadas pelo rio Negro: do lado paranaense, temos Rio Negro, e do lado Catarinense, Mafra.
São cidades irmãs, mas tratam a divisa entre elas pelo termo “fronteira” (termo que até dá nome a um dos jornais locais, a Tribuna da Fronteira), o que indica ferrenha rivalidade. Essa rivalidade só é esquecida quando se precisa ir para algum lugar que só existe “do outro lado da fronteira“. Assim, é realmente uma cidade só, pertencente a dois estados ao mesmo tempo.
A região é conhecidíssima pelo Brasil afora. É que sua característica mais importante é ser passagem pra quem vem de (ou passa por) Curitiba e vai mais pro sul. As pessoas, no meio da viagem, vêem a placa “Bem-vindo a Mafra - Volte sempre“.
Antigamente também aparecia muito no Jornal Nacional no inverno. RioMafra buscava bater o recorde mundial de enchentes. Tanto que todo riomafrense se orgulha do marco da maior enchente, de 1983, situado em Mafra, na baixada em frente ao correio.
O gosto por nomes estranhos dá o tom quando se trata de nomenclatura de bairros. Em Rio Negro, temos o Campo do Gado. O lugar não é um campo, e praticamente não tem gado. Exceção para uma vaca de estimação numa das casas.

A sinalização de Rio Negro, sempre bem cuidada, combinada com o tamanho da cidade, faz com que você nunca se perca
Mas lendário mesmo é o Espigão do Bugre (ui!). É um bairro/distrito de Mafra fundado por imigrantes de Campinas, torcedores do Guarani. Eles são, dizem as más línguas, chegados num espigão, além de fãs do Bugre. O local recebe muitos turistas de Pelotas e até mesmo de São Francisco (EUA). Todos anseiam por conhecer o Espigão do Bugre.

A prefeitura de Mafra e sua cor. Dizem que a pintura foi escolhida pela AAEB - Associação de Admiradores do Espigão do Bugre
RioMafra é a região ideal para uma pessoa conservadora e saudosista ser criada. Se o riomafrense for morar longe por 15, 20 anos, ao voltar encontrará a região exatamente igual. A prefeitura de Mafra pode estar pintada com uma cor mais “cheguei” (ou seria “cheGAY“?) e a de Rio Negro ter ido parar no alto de um morro, mas basicamente são as mesmas Rio Negro e Mafra de antes.

Uma estradinha rural de RioMafra?? Não… é uma ruazinha ao lado da Rodoviária de Mafra, na região central. Continua igualzinha ao que era há 20 anos.
A tradição riomafrense é extremamente antiga. A vida na região já existia antes mesmo da passagem dos dinossauros, como é comprovado pelo mundialmente conhecido patrimônio paleontológico da região.
Desde quando o local ainda era mar, os peixes filhos de peixe-médico já estudavam no Colégio Marinho Mafrense ou no Colégio Aquático São José/Bom Jesus. Já naquela época havia um peixe que era considerado jornalista e tinha um programa na Rádio Difusora Oceânica. Falava como se estivesse se afogando.
A única coisa que mudou em milhões de anos foi o mar, que se afastou. Até o novo jornalista local manteve a tradição de falar se afogando.

O grande patrimônio RioMafrense, a Ponte Velha, fotografada a partir da sua vizinha, a (adivinhe!) Ponte Nova
O maior patrimônio riomafrense é uma ponte metálica, mais conhecida como Ponte Velha, que liga as duas cidades. Ela está envolvida em fatos pitorescos, a começar pelo seu tamanho. A parte metálica original é pequena demais - na verdade, tem o tamanho exato da largura do rio, em tempos de seca. Existem várias versões para isso. Cito duas aqui.
Quem viveu em RioMafra nos anos 80 se lembra do medo de atravessar essa ponte, quando seu piso era de tábuas podres que caíam no rio depois de você pisar nelas. Ou do quanto ela tremia no 7 de setembro, quando 90% da população de uma das cidades passava por ela ao mesmo tempo, voltando do desfile na cidade vizinha.

Os dois grandes patrimônios da Região: A ponte e o hotel.
Outro patrimônio da região é o famoso Rio Negro Hotel. Nos anos 80 tinha um aspecto meio peculiar. Hoje… bem… Veja você mesmo.

O patrimônio seguindo a tradição de manter o aspecto assustador
RioMafra tem seus heróis, pessoas que tornam a vida mais interessante. Na década de 90, houve um bandido conhecido como Peixe (descendente direto dos antigos habitantes hoje fossilizados) que frequentava todas as colunas policiais dos jornais. Mais pela fama que pelos seus atos.
Se uma casa era roubada, aparecia no jornal: “Peixe assalta casa na vila Ivete“. Se alguém tenta atacar uma mulher: “Peixe estupra mulher“. Criança chega chorando em casa: “Peixe rouba doce de criança“.
Depois houve a presença do famoso delegado de Rio Negro, que se autodenominava Braddock , e ficava em frente à delegacia com uma granada numa mão e uma faca na outra.

Braddock, em versão rionegrense
Mas a lendária disputa BRADDOCK x PEIXE, cujos efeitos seriam piores do que tentar rasgar uma meia Vivarina com uma faca Ginsu , acabou nunca acontecendo.
Então, tudo perdeu a graça. Ultimamente o que se vê é esse tipo de notícia: “Carteiro de Rio Negro Participa do Faustão”. Estarão faltando heróis?
Claro que existiram outras figuras pitorescas, como um professor de física incapaz de sentir frio, mesmo em dias de temperaturas negativas. E nada tirava seu bom humor. Exceto quando alguém colocava o apagador em cima do quadro para que ele, com seu 1,11m, ficasse impedido de alcançá-lo.
A língua de RioMafra é uma variante interiorana da falada na capital mais próxima. Portanto, em RioMafra fala-se o curitibanês caipira, marcado pelo “LeitE QuennntE“, acrescido de “Porrrrrrrrrrrrrrta“. Também são usadas palavras típicas locais, como o já citado verbo “Ponhar“.
As duas cidades foram pavimentadas sobre uma antiga e gigantesca pista de motocross, o que dá a marcante característica de sobe-e-desce de suas ruas. Bom, na verdade, nem toda a antiga pista de motocross foi pavimentada…

Parte da pista de motocross que foi pavimentada, em Rio Negro. Essa descida inicia-se na prefeitura e termina nos arredores do Campo Que Não tem Gado do Gado
As opções de diversão são as mesmas de todas as cidades pequenas. A principal é tirar sarro de cidades ainda menores, como Papanduva e Itaiópolis (SC), e Campo do Tenente (PR). Normalmente são usadas as mesmas piadas que são dirigidas para os riomafrenses pelos moradores de cidades maiores.
Outro esporte típico de cidade pequena, bastante praticado em RioMafra, é bisbilhotar e falar da vida dos outros. Uma historinha verídica:
Um senhor, comerciante, viajava a negócios para Curitiba toda sexta-feira, pegando o busão das 6h da manhã. Sua filha o levava de carro para a rodoviária por volta das 5h50.
Mas um vizinho dela acordava às 6h e não a via sair 10 minutos antes. Apenas via quando ela chegava pouco depois das 6h.
Um belo dia, esse vizinho adentrou o comércio do senhor e da filha e, com total indignação, dirigiu-se a esta:
- Eu sei muito bem o que você faz! Sua sem-verrrrrrrrgonha! Passa todas as noites de quinta na esbórrrrrrrrnia! Na sua idade! Chega às 6h da manhã toda sexta! Eu vejo! Pensou que me enganava? Você é uma verrrrrrrrgonha para a vizinhança! Sua imoral!
Portanto, lembre-se: não adianta enganar seu vizinho riomafrense: ele sabe muito bem o que você faz!
A região é um berço de inovações arquitetônicas, para contrastar com seu conservadorismo, como se vê nas figuras abaixo:

Banco de Praça em Mafra, que associa beleza e conforto

Arquibancada do estádio da Universidade do Contestado
O Comércio RioMafrense é marcado por publicidade extremamente sincera. Ao contrário de Capinzal, onde agradecem a sua preferência quando na verdade você não teve escolha, em RioMafra diz-se claramente que só existe aquela loja.

A única da cidade…
Mas apesar da sinceridade, o comércio também se equivoca. De que cor você espera que seja uma oficina de bicicletas chamada “Cicle Verde“? Se você respondeu amarelo, acertou!

Cicle Verde. Peraí… Verde????
Seu comentário é bem-vindo. Porém, se você é de RioMafra ou foi criado lá, como eu, e se sentiu ofendido, primeiro tente lembrar se você nunca riu de piada de gaúcho, português, baiano, carioca, etc. Não vá ficar brabinho porque uma vez na vida alguém brincou com a sua cidade em vez de contar a última do portuga.