ChristianGump.net

Wednesday
9/Jul/2008

A mania de usar estrangeirismos sempre traz algumas situações engraçadas. Afinal, se não se tem nem o domínio da língua portuguesa, o que falar então de termos em inglês?

Vou começar a fotografar as placas de “Self Service” nos restaurantes que eu vejo por aí. Já vi “serv-serv” e “serf serv”. E tem essa da foto abaixo, da comanda do restaurante de comida amarelada em que eu almoço:

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Achou que eu ia mostrar o peso??? :P

Mas isso é um errinho leve, comparado com esse, achado na internet:

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Um show de cartaz! Baseado só nele, R$ 5,00 tá bem carinho! ;)

Monday
7/Jul/2008

É sempre divertido quando alguém que mora fora do país, falando e até pensando em outra língua, volta para a terra natal e se confunde com as complicações de nossa língua portuguesa.

Quem assistia Big Brother diz que se divertia1 com a vice-campeã Gyselle Soares e seus tropeços com a língua portuguesa, supostamente por ter morado tanto tempo na França. Bom, ao menos servia como desculpa para os erros, é claro.

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O português é horrível, mas até onde eu sei, ninguém realmente se incomodou…

Pois era isso que eu esperava ao ler a matéria “Senna Tropeça no português”, do Diário da Manhã de sexta-feira. Dar umas boas risadas com a possível e compreensível confusão que acontece quando se tem que falar em outra língua.

Esperava algo como uma antiga entrevista na TV em que o repórter, maroto, perguntava para o Émerson, ex-jogador da Seleção Brasileira, como estava o alemão dele, que havia sido transferido para o futebol alemão. O Émerson respondeu, e o repórter perguntou o mesmo para outro jogador que atuava na alemanha que, mais esperto, respondeu: “Sai pra lá, não tenho nenhum alemão não!”. A câmera voltava para o Émerson, visivelmente sem graça por não ter percebido a maldade na pergunta.

Ou então, eu esperava errinhos bobos e engraçados, como os de Gyselle. Mas não teve nada disso.

Veja a reportagem abaixo:

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O terrível erro do Marcos Senna, brasileiro naturalizado espanhol e campeão europeu pela seleção espanhola, foi usar uma palavra que existe (e a matéria admite) e é bastante utilizada pela imprensa, apenas porque existe outra que é mais empregada? Esse povo precisa ler mais.

E agora eu me vinguei do Diário da Manhã! (que eu falo mal, mas adoro e leio todo dia!) Quando eu dei entrevista para esse jornal, disseram que eu era Programador Visual, quando eu disse que era Programador de Computadores (não quis dizer Analista de Sistemas, sei lá por quê). Ser confundido com algo parecido com designer é uma ofensa para os programadores. ;)

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Foto minha no Diário da Manhã. Cara de bobo sim, mas Programador Visual é a mãe!

1. Ok… eu admito. Eu assistia Big Brother de vez em quando.

Wednesday
2/Jul/2008

Esse é um prato bom para quem não sabe cozinhar e por algum motivo quer ou precisa cozinhar para outras pessoas. Simplesmente porque não tem como dar errado.

Ao menos eu assumo que não. Afinal, eu nunca errei. E isso é raro.

Não sei como se chamaria isso. Batata gratinada, provavelmente, mas já até chamaram de lasanha de batata. Então fica sendo a batata gumpesca.

Não, isso não é a Batata Gumpesca.

Material obrigatório:

  • Uma assadeira.

Ingredientes obrigatórios:

  • batatas em quantidade suficiente para, após fatiadas, preencher pelo menos metade da assadeira.
  • queijo (chute uma quantidade alta; o que sobrar você come no lanche mais tarde)
  • presunto (idem ao queijo)

Ingredientes opcionais:

  • tomates
  • molho de tomate
  • carne moída
  • leite
  • 1 ou 2 ovos
  • queijo ralado
  • salsa (desidratada ou não) e/ou orégano

Forma gumpesca de preparo 1:

Cozinhe as batatas em rodelas no leite. É, no leite.

Após o cozimento, que não deve deixar as batatas muito moles, jogue o leite fora, chore pelas crianças sem leite, e unte a assadeira.

Tanta criança sem leite e você disperdiçando por causa do Gump

Comece a preencher a assadeira com camadas: uma camada de batatas, uma de queijo, outra de presunto. Na última camada, capriche no queijo por cima de tudo.

Se quiser (eu gosto) bata 1 ou 2 ovos, dependendo do tamanho da assadeira, e jogue por cima. Jogue queijo ralado e as outras frescuras como a salsa ou o orégano, rodelas de tomate, e qualquer outra coisa que sua mente doentia inventar.

Leve para o forno e espere um tempo, até parecer que está bom (gostou da minha descrição precisa?). Sirva.

Forma gumpesca de preparo 2:

Se você e/ou as pessoas que vão comer são sensíveis ao fato de se usar o leite apenas para o cozimento, ou você preferir um outro sabor, pode cozinhar as batatas na água mesmo, com um pouco de sal. Após essa etape, e depois de untar a assadeira, comece a preenchê-la com camadas, conforme descrito na forma gumpesca de preparo 1. Você pode acrescentar, a todas ou apenas uma das camadas, carne moída com ou sem molho de tomate. Ou pode inventar algum recheio bizarro qualquer.

Consideração final:

Sim. Só tem ingredientes calóricos.

Eu tenho minhas gororobinhas light. E eu tenho minhas gororobinhas gostosas. As duas coisas juntas, esqueça.

Friday
27/Jun/2008

Nota: Este é um artigo de zoação, não informativo. Não leve a sério. Nem as (des-)informações (bom, nem todas) e nem as brincadeiras. Se você procura informações sérias sobre a cidade, não é aqui que vai encontrar. O autor morou 11 anos em Curitba e mais 15 nas redondezas e até se considera mais curitibano que qualquer outra coisa, mas seu objetivo é zoar e não elogiar cidades.

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Curitiba, a cidade das estações-tubo

Curitiba é a capital do Paraná, a Capital Ecológica do Brasil e a Cidade Sorriso. Sorriso de quem ouve esse apelido irônico. Afinal, Curitiba é a Capital da Cara Fechada.

É uma cidade habitada por diversas tribos que não se misturam:

  • Polacos de cara fechada
  • Alemães com cara de poucos amigos
  • Italianos nada amistosos
  • Playboys antipáticos
  • Vileiros briguentos
  • Boys de vila que acham que são Playboys antipáticos
  • Mallucellis
  • Forasteiros

Os membros de todas as tribos são, desde a infância, muito obedientes. Em Curitiba, os pais pedem para os filhos não falarem com estranhos e eles obedecem.

Já diz a velha piadinha:

P. O que um curitibano faz ao pegar a mulher na cama com outro?

R. Nada. Curitibano não fala com estranhos.

Identificar um forasteiro é fácil. Você cumprimentou um desconhecido e ele respondeu? Ele não é curitibano. Alguém veio falar com você? Então esse alguém não é curitibano. A menos que o assunto seja relativo a você lhe passar a sua carteira e o celular. Aí provavelmente quem lhe abordou é um vileiro.

Vileiro não é simplesmente um morador de vila. A maioria dos moradores de vila não são vileiros. Vileiro é um jeito de ser, caracterizado pelo visual típico, que envolve bermudões gigantes, camisas gigantes estilo gangues de bairros negros de filme americano, bonés coloridos virados para o lado e tênis de skatista gigantes com cadarços coloridos gigantes. E você nunca vê um só. Eles andam sempre em bandos de no mínimo 20, promovendo arrastões ou brigando uns contra os outros.

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Os chamados “Vileiros” de Curitiba em ação, antes de um arrastão.

Transporte coletivo

O maior orgulho do curitibano é o transporte coletivo da cidade, talvez o menos horrível do Brasil. É a única cidade cujos ônibus e pontos de ônibus são cartões postais! Os pontos de ônibus, em sua forma peculiar, provam que Curitiba na verdade nada mais é que uma falência múltipla de órgãos, mantida viva através de tubos.

E o fato de não ter praia não quer dizer que a cidade não possui surfistas. A galera radical marca presença no teto de algumas linhas de ligeirinho (um tipo de ônibus). Pegam altos tubos.

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Biarticulado e estação tubo

Ainda sobre o transporte público, ele é tão famoso na cidade que até o Ligeirinho e o Biarticulado têm perfis no Orkut (clique nos links para ver). Fuçando lá você vai ver que toda a família tem perfil: o Interbairros, o Tubo, etc.

Bairros

Os bairros de Curitiba são envolvidos em algumas curiosidades. Para começar, existe um que não consta nos mapas: o Champagnat. Tudo porque o nome oficial do bairro é feio de doer: Bigorrilho.

Outros dois bairros curiosos são o Mossunguê e o Ecoville. O mapa diz que o Ecoville não existe, e que tudo ali se chama Mossunguê. Mas na prática, existem ilhas de Ecoville no meio do Mossunguê.

Explico.

No princípio, havia o Mossunguê, um bairro pobre, longe pra burro do centro da cidade. Depois a burguesada decidiu fugir das regiões centrais mas, preconceituosa, ficou com vergonha de dizer que morava no Mossunguê. Inventaram então um nome de fantasia, o Ecoville. Então, naquela região, na prática, funciona assim: se o endereço for de um condomínio de luxo, diz-se que fica localizado no Ecoville. Se for um local mais modesto, é Mossunguê. Agora você já sabe distinguir os dois bairros.

Entre o Bigorrilho/Champagnat e o Mossunguê/Ecoville, existe um bairro que não serve pra nada, exceto pra dar nome a um terminal de ônibus. Chama-se Campina do Siqueira. Os únicos moradores do Campina do Siqueira são os sem-teto que dormem no terminal. É mais fácil achar um acreano que alguém que diga “Eu moro no Campina do Siqueira.

Outro bairro famoso fica longe dali. É o Boqueirão. Ele tem uma função importante: ser sacaneado pelos habitantes de todos os outros bairros. Mas seus habitantes são muito mais orgulhosos que os do Mossunguê, e não usam um nome fictício para não dizer onde moram.

Apesar disso, muitos dizem que moram no Hauer, um bairro relativamente nobre e relativamente próximo, mesmo morando ao lado do terminal do Boqueirão.

Se bem que se você tivesse que ouvir as mesmas piadinhas sempre, também iria dizer até que mora em São José dos Pinhas, na região metropolitana, em vez de se assumir “boqueirãoense“.

De qualquer forma, a quantidade de bairros em Curitiba não é suficiente. Por falta de espaço, o Aeroporto Internacional de Curitiba fica em São José dos Pinhais e o Autódromo Internacional de Curitiba fica em Pinhais.

Não, São José dos Pinhais e Pinhais não são a mesma cidade. São duas cidades da região metropolitana. O pessoal da região só pensa em pinhão e não sabe inventar outro nome. Dizem que o nome Curitiba significa “Muitos Pinhões” em tupi. Mas há outras versões, como a que diz que “Ritiba” quer dizer “do mundo”…

Clima

Curitiba é uma cidade com 4 estações bem definidas. Mas eu não me refiro a estações do ano, e sim estações do dia!

Você acorda e luta para sair da cama quentinha, quando vê tudo branco lá fora. Geada! Temperaturas próximas, ou até mesmo abaixo, de zero. Sai de casa e o ar gelado queima suas narinas.

No começo da tarde, você carrega quilos da agasalhos na mão enquanto torra no sol de 30 graus. De repente, do nada, o barulho dos trovões lhe avisam para correr antes da chuva chegar! Quando a chuva passa, você fica aliviado: nem calor, nem frio. Mas 2 minutos depois você lembra que está em Curitiba, pois começa a bater os dentes de frio novamente.

Nota do Gump: Lembro-me do primeiro mês morando em Curitiba, em Janeiro/1996. Queria conhecer a cidade pedalando e, após me arrumar para a pedalada, o céu desabou em forma de chuva. Desisti e fui ler um livro. Algumas páginas depois, ao olhar pela janela, vi um sol glorioso, majestoso. Peguei a bike e saí, apenas para voltar encharcado uma hora depois.

Turismo

Curitiba tem uma ótima estrutura turística. São inúmeros os locais de visitação, cada qual com a sua peculiaridade.

Cito alguns:

  • Ópera de Arame - Teatro que chama mais a atenção que os poucos eventos que são realizados nele
  • Pedreira Paulo Leminski - O lugar era uma pedreira de verdade. Puseram um palco e virou ambiente para grandes shows.
  • Universidade Livre do Meio Ambiente - Uma universidade onde ninguém se forma, mas que mostra todo o potencial túrístico da cidade: tem até estacionamento para disco voador. O prédio da universidade se assemelha a uma enorme casa na árvore.

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Estacionamento para disco voador na Universidade Livre do Meio Ambiente

  • Parque Barigui - local para onde se vai para ver, ser visto ou botar som alto nos carros fazer caminhadas e curtir o final de semana.
  • Santa Felicidade - bairro italiano com ótimos restaurantes, responsável por 80% dos quilos extras de todo curitibano obeso.
  • Prédio Clássico da UFPR. Todo curitibano se orgulha de ter a primeira universidade do país, apesar de ninguém no resto do Brasil concordar com essa afirmação.
  • Parque Tanguá - um enorme vazio que, com algumas construções, dois lagos e uma cachoeira artificial, acabou ficando realmente bonito.

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Parque Tanguá

  • Bosque do Papa - Parque criado após a visita de João Paulo II, e que virou uma espécie de memorial polonês.
  • Bosque Alemão - como alemão é um bicho invejoso, não aceitou que existia um bosque com temática polonesa e criou um com temática alemã. Tem uma engordativa casa de doces alemães numa ponta, uma casa que simula a casa de uma bruxa de conto de fadas no meio da mata, uma trilha com plaquinhas contando em poesia a estória de João e Maria e, finalmente, um portal bonito mas muito bizarro e sem sentido na outra ponta.
  • Museu do Olho - Um museu que tem uma parte em forma de um imenso olho suspenso.
  • Arena da Baixada - Estádio que os atleticanos dizem que é o melhor do Brasil e os Coxas-brancas (torcedores do Coritiba) e Paranistas (torcedores do Paraná Clube) corrigem: o melhor meio-estádio do Brasil.

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Museu do Olho

Se quiser saber mais detalhes, ou saber de Praça do Japão, Jardim Botânico, etc, vá procurar um guia de verdade!

Capital dos Malucos

Curitiba é a cidade com mais malucos e figuras estranhas por habitante em todo o país. Talvez em todo o mundo.

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Inri Cristo

O Inri Cristo, por exemplo, diz que é a reencarnação de Jesus Cristo, e tem até seguidores. Mas ele perde em popularidade para o Oil Man, um gordinho maluco que veste uma sunga, meleca o corpo todo com óleo e sai para pedalar nos lugares mais cheios de gente que conseguir achar. Não importa a época do ano e a temperatura, em algum lugar movimentado da cidade, lá estará ele!

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Oil Man

Outra famosa é a Borboleta 13, senhora que fica gritando, no calçadão da Rua das Flores: “Borboleta 13!” ou recentemente “Olha a cobra, 33!

Quem costumava pegar o biarticulado Centenário-Campo Comprido também já teve o desprazer de encontrar uma senhora doida procurando pessoas ingênuas que lhe dêem atenção, para passar a viagem inteira lhe falando abobrinhas. Não sei qual o apelido dessa figura.

Mas esses são apenas os exemplos famosos. Andando algumas quadras em Curitiba você com certeza vai ver alguém falando sozinho, conversando com uma lata de tinta, ou mesmo gangues inteiras de adolescentes vestidos como quem vai a uma festa a fantasia: vileiros, metaleiros, emos, nerds…

Para mim, nenhuma figura bate um pseudo-assaltante/pedinte que um dia me abordou, dizendo que tinha sido assaltado e precisava de dinheiro pro busão. Ao ouvir que eu não tinha nada, ele soltou uma extensa lista de xingamentos, até eu sumir de sua vista. Dias depois, ele me abordou de novo, e foi a mesma ladainha. No dia seguinte, mais uma vez; e outra vez mais alguns dias depois. Mas nessa última vez, antes mesmo de ele iniciar a falar, eu disse: “Pô! Foi assaltado de novo? Cara, você é muito azarado!”.

Ouvi a tradicional lista de xingamentos, mas dei belas risadas.

Língua Oficial

A língua oficial de Curitiba é o Curitibanês ou Curitibês. Nunca, mas nunca mesmo, diga que um curitibano tem um sotaque. Curitibano não tem sotaque, o resto do Brasil é que fala errado. O curitibanês é nacionalmente conhecido como “a língua do leitE quentE“, marcada pelo fato de o “E” ter realmente som de “E”.

Piá (menino, rapaz), vina (salsicha), largue mão (pare com isso, ou “não acredito”, dependendo do caso) e penal (estojo escolar) são alguns termos característicos do curitibanês.

Conclusão

Então, piá (ou guria), largue mão de ficar lendo esse texto meia-boca, cujo objetivo é apenas zoar, e vá ler algo útil sobre a cidade:


Veja também, no Guia Gump de Cidades:

E, relacionado:

Thursday
26/Jun/2008

Nota: Este é um artigo de zoação, não informativo. Não leve a sério. Nem as (des-)informações e nem as brincadeiras. O artigo não reflete as opiniões do autor, que gosta de todos os esportes. Mas gosta ainda mais de zoar. A propósito, o apelido do autor, Gump, originou-se pela sua forma de jogar ping-pong.

Tênis de mesa é um nome que tenta dar um ar sério para uma brincadeira de criança, o ping-pong. É um esporte praticado por quem não aptidão física suficiente para frequentar uma quadra de tênis de verdade.

Também é, talvez até por consequência disso, a modalidade favorita de quem cursa Ciência da Computação e afins.

Nos primórdios, o esporte era chamado de Ploc, por causa do patrocínio do chiclete de mesmo nome. Com o tempo, mudou-se o nome de acordo com o chiclete patrocinador, até chegar no Ping-Pong, nome utilizado informalmente até hoje.

Qualquer um pode jogar…

Qualquer pessoa pode jogar. Mas para realmente ser bom no esporte, há um pré-requisito: ter olhos puxados. Em competições internacionais, todos os países são representados por descendentes de chinas ou de japas, ou chinas/japas naturalizados. Provavelmente é mais fácil manter o foco no jogo tendo olhos menores, com menos visão periférica. A única exceção, como visto em Forrest Gump, são ocidentais de baixo QI. Seus cérebros não são utilizados para raciocinar, e assim são totalmente dedicados para funções instintivas como o reflexo, tão importante nesse esporte.

Ou seja, não só qualquer idiota pode jogar como dentre os não-orientais são realmente os idiotas que jogam melhor. Portanto, apesar de ser um esporte cuja maioria dos praticantes é composta de nerds, só os nerds orientais (redundância proposital) se dão bem. Os outros são, simplesmente, nerds. Perdem no ping-pong e em tudo o mais.

Tênis de mesa pode ser muito perigoso para quem não é oriental

Todo bom jogador de tênis de mesa que se preze é esquisito. Quanto mais esquisita for sua empunhadura e o jeito de rebater a bola, mais ela sairá com defeito, o que dará a impressão de efeito, enganando o adversário.

Na China, país com os melhores mesatenistas do mundo, também é utilizado como controle populacional e propaganda internacional do regime político. Isso é feito através de diversos torneios que seguem, literalmente, a regra do mata-mata. Quem ganha prossegue no torneio, enquanto o perdedor é morto no paredão. Por isso que a taxa de inscrição no torneio custa o valor de uma bala de fuzil. Ao fim do campeonato nacional, temos um chinês fodão para ganhar todos os campeonatos em escala mundial, e 100 milhões de chineses a menos na população.

Existem 3 empunhaduras básicas, ou seja, formas de segurar a raquete:

  • Clássica: semelhante à usada por tenistas de verdade. A preferida dos que não tem habilidade de usar a empunhadura caneta.
  • Caneta: usada pelos nerds, pois já estão acostumados a usar canetas .
  • Boiola: uma variante das duas anteriores, em que a raquete é agarrada com mais vontade e permite dobrar mais o pulso.

Dentre os grandes nomes do esporte, temos Forrest Gump, Ma Yuejiu, Cong Loo, Shen shu tian, Fang Zhu e Masaru Miamoto.

Forrest Gump, um dos maiores jogadores da história

Nos jogos olímpicos, as disputas por medalha são mera formalidade, para ganhar com direitos de TV. Isso porque quem acompanha o esporte sabe bem quais serão os resultados:

Simples Masculino: Ouro: China; Prata: Japão; Bronze: algum sino-americano ou sino-qualquer-coisa (mas coreanos e tailandeses entram na briga)
Simples Feminino: Ouro: China; Prata: Japão; Bronze: alguma sino-americana ou sino-qualquer-coisa (mas coreanas e tailandesas entram na briga)
Duplas Masculino: Ouro: Dupla 1 da China; Prata: Dupla 2 da China; Bronze: Dupla 1 do Japão.
Duplas Feminino: Ouro: Dupla 1 da China; Prata: Dupla 2 da China; Bronze: Dupla 1 do Japão.


Veja também: