ChristianGump.net

Tuesday
29/Jul/2008

Esse texto é o terceiro da série A vida em 4 linhas de ônibus.

Linha 3: Estudantes - O busão das desilusões amorosas

Apesar de longe do ideal, o transporte público de Curitiba é exemplo para muitas - se não todas - cidades grandes do país.

Mesmo assim, pegar um “alimentador”, trocar de ônibus no terminal, pegar um biarticulado lotado e trocar de ônibus mais uma vez em uma estação-tubo qualquer, é uma grande aventura.

Há muitas linhas famosas na cidade. O Inter 2 é uma dos mais marcantes. É um “ligeirinho” (ônibus que tem menos paradas que os convencionais) que contorna a cidade. Quem não conhece bem e pega no sentido contrário também chega ao seu destino, mas com algumas horas de atraso. Já até escreveram o Guia de Sobrevivência no Inter 2.

Mas o ônibus que mais me marcou em Curitiba foi o Estudantes. Trata-se de uma linha convencional que sai do Centro, passa na Casa do Estudante e tem ponto final no Centro Politécnico da UFPR.

Primeiro, porque tinha o motorista mais louco de toda a cidade. Na Avenida das Torres, ele saía costurando no meio dos carros, deixando-os para trás com seu busão velho. Dentro, os passageiros se seguravam como podiam. Alguns rezavam.

E enquanto isso, o motorista ia contando suas frustrações para quem quisesse ouvir. A maior delas foi não terem-no deixado dirigir um biarticulado (ônibus que, como o nome diz, tem duas articulações), sob a justificativa de que ele iria dar um nó no bicho.

Totalmente injusto, ele dizia. A gente fingia que concordava, enquanto torcia para chegar vivo.

Outros motoristas gostavam de xingar os estudantes.

Um dia eu saí de casa e vi o ônibus chegando. Como qualquer um que tem horário a cumprir, saí correndo para o ponto. Cheguei a tempo, mas ouvi a bronca, pesada, do motorista, que erradamente supôs que eu ficava esperando longe do ponto e corria quando o ônibus chegava. Fomos discutindo até que ele quase bateu num caminhão. Decidi que chegar vivo era melhor que ter razão e fiquei quieto.

Nesse itinerário deu-se, também, uma de minhas grandes frustrações. Indo para o Centro Politécnico uma noite, simplesmente parei de prestar atenção na conversa dos meus amigos ao avistar, no fundo do ônibus, a menina mais bonita que eu já havia visto. E, para minha surpresa, a japonesinha correspondeu o olhar. Trocamos olhares e sorrisos, à distância, a viagem toda. Quando chegou o ponto dela, pouco antes do meu, ela atravessou o ônibus para descer na porta mais próxima de mim. A porta abriu, e ela não desceu de imediato. Olhou-me firmemente por intermináveis dois segundos, sorrindo, e por fim disse “tchau“, acenando. E eu tive o impulso de descer, de agir, de fazer alguma coisa finalmente.

Mas fiquei ali parado, com minha cara normal cara de bobo.

Depois, não consegui me conformar!

Por mais de duas semanas, peguei o ônibus toda noite naquele horário, mesmo estando de férias na faculdade. Apenas para tentar encontrá-la de novo.

Nunca mais a vi.

O que vi, numa dessas noites, foi o motorista, o doido, bater em outro ônibus e botar a culpa no colega de profissão.

O Estudantes, aliás, foi o meu busão das desilusões.

Bem no começo da facul, eu gostava de uma menina (que conheci no Estudantes!), que gostava de um amigo meu, que só gostava de computador. Nós 3 éramos vizinhos e voltávamos juntos no Estudantes. Quando eu aceitei que estava fora da parada, cansado de ter que aguentar vê-la dando em cima do meu amigo, inventei uma desculpa para descer do ônibus antes deles; enquanto isso, como bom perdedor, resignado, eu desejava felicidades para os dois em pensamento: “vão os dois pro inferno, seus fdp!

Disse que desceria antes para passar num supermercado. Estaria, ao menos, livre.

- Eu vou com você, Gump! - disse o meu amigo nerd.

- Ah, então eu vou com vocês! - disse, saltitante, a menina.

PQP! Eu devia ter ficado na segurança do Estudantes, que a tortura acabava logo. Mas ela acabou durando ainda mais uns 40 minutos…


A vida em 4 linhas de ônibus:

Monday
28/Jul/2008

Esse texto é o segundo da série A vida em 4 linhas de ônibus.

Linha 2 - 484-Olaria-Copacabana - O ônibus que não me esquece

Realizei, enfim, em 1993, o sonho de infância de morar em uma cidade grande. E nunca peguei tanto ônibus na vida quanto nos anos em que morei no Rio de Janeiro.

De cara, fui apresentado ao 474-Jacaré-Jardim de Alah, para ir de São Cristóvão a Copacabana. Já tive ali minha noção do que era o transporte público em um cidade caótica grande. Mas não importava, eu adorava estar ali e, mesmo com medo, eu pegava esse e outros ônibus todo dia. Muitas vezes só pelo prazer de conhecer a cidade.

Para ir para o trabalho, também peguei por muito tempo o 175-Central-Barra da Tijuca. Aquele do Gabriel o Pensador.

Até que arrumei o meu emprego mais divertido até hoje (é, eu achava divertidíssimo, sem ironia): entregador de uma farmácia de manipulação. Minha função era percorrer todo o Rio de Janeiro e Niterói de ônibus, rumo às profundezas mais distantes e não tão maravilhosas da Cidade Maravilhosa.

Poucos cariocas conheciam tão bem as linhas de ônibus do Rio quanto este brasiliense com sotaque do sul e cara de gringo aqui.

Já fui assaltado e já escapei de assalto, já me joguei no chão do ônibus ao ouvir suposto barulho de tiroteio, já entrei em pânico, e já desci só por considerar que pessoas que embarcavam pareciam suspeitas.

Apesar de haver muitas linhas marcantes no período, elegi o 484 como a linha de ônibus para representar essa época da minha vida. E com um detalhe: eu nunca peguei o 484!


Na época ele era bem mais ‘feiinho’…

Mas eu explico. Meu mundo antes do Rio era restrito ao interiorrrr de Santa Catarina, e chegar na bagunça de uma cidade como o Rio pode ser um tanto assustador. E logo no primeiro dia, na Av. Nossa Senhora de Copacabana, eu avistei o 484, com gente saindo pelas portas e janelas. E eu falo isso num sentido literal. O ônibus andava com as portas abertas e pessoas penduradas ali. Extremamente lotado. E muita gente gritando, mexendo com as pessoas na rua. Também dava para ver muitas figuras pitorescas, com cabelos e vestes bem chamativos.

E meus amigos ainda me botavam pilha:

- É o ônibus da morte! Fuja dele!

O fato é que tivemos uma ligação, o 484 e eu. O 484 me marcou, e eu fui marcante para parte dos passageiros do 484. Todo dia, enquanto eu esperava meu ônibus, o 484 passava por mim, e zoar com a minha cara era a alegria da viagem de muita gente:

- Lôra Burra!!

Era a época em que a música do Gabriel tocava no rádio.

Não importava em que parte do trajeto do busão eu me estivesse. Eu era imediatamente reconhecido:

- Lôra Burra!!

No aterro do flamengo, era hora de eles mostrarem suas habilidades como surfistas rodoviários. E eu ali, vendo-os escalar o ônibus naquela pista de alta velocidade, e se equilibrar em pé sobre o teto.

A diversão deles era dupla. Surfar e gritar:

- Uhú! Lôra Burra!!

E, caminhando em Copacabana, eu esbarrava frequentemente com meus “conhecidos” do 484. Um entregava panfletos; outro atendia numa lanchonete; outro estava sempre perambulando por lá. Não trocávamos palavras, mas a gente se reconhecia. Nossas caras denunciavam nossos pensamentos:

Cara do 484 - Caraca, maluco, ó o Lôra Burra aí!

Gump - Putz, ó o cara do 484 aí!

Mas isso estava prestes a acabar, eu pensei. Afinal, um belo dia, destrocei minhas madeixas de tamanho médio com uma máquina 2. Quase careca, eu não seria mais reconhecido!

Esse pensamento durou até que nos cruzamos novamente, o 484 e eu:

- Lôra Burra Careca!!

O 484 me reconhecera!

Não tem pro 175, pro 474, nem pro 882 e sua rota longínqua, nem pra nenhum outro. O busão desse período da minha vida, sem dúvida, foi o 484. Mesmo sem eu nunca ter viajado nele.


A vida em 4 linhas de ônibus:

Monday
28/Jul/2008

Um bom transporte público é fundamental para o bom funcionamento de uma cidade grande. Mas como “bom” e “transporte público” no Brasil são palavras que normalmente não podem ficar juntas, não só as cidades não funcionam, como quem já pegou ônibus com certeza tem muitas histórias para contar.

Assim, decidi dividir minha vida em quatro partes. Cada uma com uma linha de ônibus marcante.

Linha 1 - Bom Jesus-Faxinal - A inocência caipira

Em RioMafra (Rio Negro-PR e Mafra-SC, cidades que, apesar de estarem em estados diferentes, são separadas apenas por um rio e na prática formam um único município) existe apenas uma empresa de ônibus urbano atuando.

Uma de suas linhas, a principal, liga a puta-que-o-pariu de uma cidade ao cafundó-de-judas de outra. Mais especificamente, o bairro do Faxinal, em Mafra, ao Bom Jesus, em Rio Negro.

Há muitas eras geológicas, quando morei lá, a linha era composta de ônibus velhos, sacolejantes, lentos, com algumas pessoas com desodorante bem vencido e gente espremida.

Ônibus da linha Bom Jesus-Faxinal…
brincadeirinha!! Não tenho como ir para Mafra tirar uma foto atual…

Para a criança caipira que eu era, nada no mundo poderia ser pior! E eu sonhava com o dia de morar na cidade grande, onde o transporte seria decente…


A vida em 4 linhas de ônibus:

Saturday
26/Jul/2008

Eu gosto de humor negro. Adoro. Sei separar o que é uma simples piada “errada” do que é realidade. Não me afeta.

Mas quando é pra valer é outra história. Passa a ser de verdade, e isso sim não me agrada.

Para exemplificar, segue uma piadinha extremamente cruel, mas engraçada, e um vídeo que, por sua vez, não tem a menor graça.

A piadinha:

Um dia o pai chega pro filho, cego de nascença, e diz:

- Filho, você vai enxergar! Mandei vir dos Estados Unidos um colírio milagroso! Um remédio revolucionário! Apenas uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar!

O menino ficou todo feliz:

- Jura, pai? Que bom! Que alegria! Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo. Que dia o remédio chega?

- Eu te aviso - disse o pai.

E todo dia o pai chega do trabalho e o menino corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:

- Chegou, papai? Chegou?

Isso durou duas semanas. Até que finalmente um dia o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.

- Sabe o que é isso filhinho?

- Sei, sei - gritou o menino - É o colírio! É o colírio!

- Exatamente, meu filho. É o colírio.

- Que bom - disse o menino - Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos.

- Não. Hoje, não. - disse o pai - Mandei chamar sus avós, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui a sua volta.

Aí o menino disse todo conformado:

- É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.

E deitou-se, mas não conseguiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. E assim foram todas as noites, até que finalmente faltavam poucos minutos para o seu aniversário.

À meia noite, toda a família do garoto se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. O menino ouviu uma por uma, sôfrego.

Bateram as dez, as onze, as doze!

- Agora papai, agora! O colírio.

O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.

- Posso abrir os olhos? - perguntou o menino.

- Não - disse o pai. - Tem que esperar um minuto, certinho. Senão estraga tudo! Vamos lá: 59, 58, 57 - e foi contando, e o menino de cabecinha erguida esperando - 16, 15, 14 - e toda a família em volta esperando - 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, e já!

O menino abriu os olhos e exclamou:

- Ué. Eu não estou enxergando nada!

E a família toda, batendo palma, cantarolou no ritmo:

- Primeiro de Abril, Primeiro de Abril!

E o vídeo. Em teoria, não tão cruel quanto a piadinha, obviamente; Mas…

Poxa… isso não se faz. A cara de tristeza do menino é de cortar o coração. Fiquei mal.

O que atenuou um pouco foi ler a descrição do vídeo no Youtube. Segundo ela, foi apenas um castigo por ele ter olhado o presente antes do natal, e o menino ganhou o game depois. Menos mal. Mas isso não se faz.

Achei o vídeo no UmTudo.com.

Thursday
17/Jul/2008

Christian Gump adverte: Comer demais faz mal e engorda. Mas você já sabe disso, não? Sabe, portanto, o que faz da sua vida. Se engordar ou enfartar a culpa é única e exclusivamente sua!

Vai a uma churrascaria? Rodízio de pizza? Quer comer até morrer? Então, antes de mais nada… me chame!

Depois, preste atenção em algumas regrinhas básicas para esse tipo de coisa. São 4 itens que, juntos, formam o Manual de Etiqueta Para Uma Noite de Gula.

Regra 1. Use as vestimentas corretas

Para mulheres:

Você tem uma linda barriguinha, cultivada com muito suor e alguma técnica ninja de dieta? Nada mais normal do que você querer mostrá-la.

Mas lembre-se, essa também não é uma noite normal. É noite de desforra! Momento em que o prazer gastronômico vem acima da beleza. Então, o conforto também deve ser privilegiado.


Bela barriguinha… Pode comer quantas pizzas quiser que vai continuar bela. Mas inchadinha. Eu não me importo, mas e você?

Imagine que você chega lá, toda sorridente, atraindo todos os olhares com sua linda mini-blusinha e, após algumas garfadas, já se sente gorda, barriguda, estufada. Ou melhor: após algumas garfadas, você está estufada. Afinal, na sua magreza qualquer saliência abdominal vai aparecer. Você vai parecer grávida. E creio que o único momento em que uma mulher aceita parecer grávida é quando ela está grávida. Ou estou errado?

E, se você não está em forma - e isso já é muito mais provável, já que nós, pessoas que cedem à gula, normalmente não temos os corpos mais sarados que existem - aí sim vai querer evitar a todo custo que sua barriguinha apareça.

Então, aproveite para vestir algo confortável e discreto, menos colante e que disfarce mais.

Ou então, vá como quiser. Mas nada de ficar de frescura depois.

- Ai, essa massa está tão saborosa, mas minha barriga estão tão grande… ai, acho que vou parar de comer…

Frescura é totalmente deselegante em uma noite de gula.

Para homens

A menos que você tenha o perfeito abdômen-tanquinho, ninguém vai olhar para sua barriga nojenta mesmo, exceto para fazer alguma piada.

Isso não quer dizer que você deve usar aquela camiseta apertada ridícula, estilo motorista de caminhão. Nem é recomendado usar camisa para dentro da calça. Você não liga, mas não é por isso que tem que parecer mais grotesco do que você já é.

barrigudo
“E eu lá consigo usar alguma camisa? Eu vou é assim mesmo!”

Vá com uma camisa folgada, de botões, para fora da calça.

Calça que é, aliás, o segundo item mais importante: nada de cintura apertada. Você vai se arrepender assim que o garçon oferecer aquela picanha alho-e-óleo pela segunda vez.

Mas o item mais importante é o cinto. Vá com um que permita que você o deixe ao menos dois furos mais folgado. Você vai precisar!

Regra 2. Seja coerente na hora de pedir a bebida

Você vai para uma churrascaria ou um rodízio de pizzas para quê? Para se empanturrar! Para comer tal qual um bárbaro! Para se encher de calorias!

Ou você aceita esse fato, ou deve procurar algum rodízio de saladas!

Se você atacar todos os pratos e ainda encarar uma sobremesa, mas pedir “um guaraná diet”, você vai ser zoado. Você merece ser sacaneado!

A menos, é claro, que você não possa ingerir açúcar. Em qualquer outro caso, é considerado uma falha gravíssima de etiqueta da gula. Você pode até argumentar que com 100 kcal de uma coca-cola a menos, na ponta do lápis, já poderia reduzir o tempo na academia no dia seguinte, mas não adianta: Refrigerante dietético não combina com ambiente calórico. Ponto final!

Regra 3. Não conte calorias, teor de gordura ou açúcar.

Quem fuma, sabe os malefícios do cigarro. Quem bebe, está ciente do mal que o exagero causa em seu corpo. Mas mesmo assim as pessoas fazem essas coisas.

Todo mundo tem o direito de decidir o que fazer consigo mesmo.

Portanto, quem vai a um rodízio sabe muito bem que vai exagerar na quantidade de calorias e gorduras. Quem está na chuva é pra se molhar; quem está à mesa é pra engordar.

Então, como disse James Bond ao conhecer uma churrascaria do Sul: “viva e deixe comer“.

Nada de olhar o prato do vizinho e falar:

-noooopha, essa gordura aí faz um maaaal!

Ou então:

- não come isso aí não!! você tem idéia de quantas calorias isso tem?.

picanha
“Aiii, você vai comer ISSO? Olha a quantidade de gordura!”

Sim, seu colega de mesa tem uma bela noção de quantas calorias aquilo tem. Sabe também que aquilo ali é extremamente gostoso, e é nisso e somente nisso que ele está interessado.

Você até pode ir pra um lugar desses só para acompanhar, e se manter totalmente chato saudável; mas deixe seu colega decidir o que fazer com seu próprio corpo.

Regra 4 - Vá preparado para comer!

Ir a um rodízio sem fome é um crime. Um crime! Não cometa esse pecado.

Para isso, esteja atento a dois erros básicos:

a. Não passe o dia inteiro devorando tudo que vê pela frente. Guarde-se para a grande refeição.

b. Não passe o dia inteiro sem comer nada. Você está completamente enganado se acha que isso vai lhe deixar pronto para comer 3 kg de comida.

Não vou explicar tecnicamente, pois como não sou da área vou acabar dando uma explicação não muito correta; mas entendo bem de uma coisa: se você passar o dia inteiro sem comer, vai acabar se saciando mais rápido. Ou até mesmo vai chegar ao momento sagrado com pouca fome.

O ideal aqui é comer pouquinho durante o dia, mas não ficar sem comer nada. O momento de começar a “concentração” para a grande comilança é cerca de 4 horas antes. Esse é o momento de iniciar o jejum.


Pronto, agora você já pode ir se empanturrar. Você não vai fazer feio, e vai comer igual um porco com muita classe!

obrigado gump
“Obrigado, Gump! Agora eu sou um glutão elegante e feliz!”


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