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Ser roubado é ruim; com gracinha, é ainda pior!

Wednesday
15/Oct/2008

 

Se você tem bike, todo cuidado é pouco. Não há só o risco de ser atropelado, ou assaltado (como o Fred). Ainda mais se, além do quadro, o conjunto todo é de boa qualidade. Os ladrões não respeitam nada!

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Bye bye aros, pneus, pedivela, banco… Só o guidão ficou… não prestava mesmo!

Eu sempre prendi a Berenice (minha bike) enrolando o cadeado nas duas rodas, se possível. Quando dava, prendia o banco, que é carinho, ao quadro. Ainda assim o ladrão poderia levar os bar-ends, por exemplo.

Mas só tive problemas desse tipo quando guardei a bike no bicicletário fechado e vigiado do prédio e esqueci de retirar a “bolsa de banco” e a luzinha traseira. Mas eu me toquei disso rapidinho, logo ao chegar ao meu apê. Mas no percurso entre o 15o andar e o sub-solo, tais equipamentos me foram subtraídos.

Quando o ingênuo proprietário da bike acha que, prendendo o quadro a algum poste, sua bike está segura, acontecem casos em que não sobra nada. Foi o que aconteceu na imagem acima.

Mas há, ainda, aqueles que além de perderem partes da bike, ainda têm que aguentar gracinhas ao encontrar sua carcaça.

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Ainda bem que a pobre da Berenice está inteirinha aqui em casa. Esquecida, mas inteira.

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2 Comentários em "Ser roubado é ruim; com gracinha, é ainda pior!"

  1. Rodrigo Rodrigues Rodrigo Rodrigues 15 de October de 2008 em 9:37 am

    Eu utilizava a bicicleta para me locomover para todos os cantos da cidade antes de ser atropelado. Tenho certeza que só não fui roubado pois guardava a bicicleta, na medida do possível, em garagens para carro. Pagava uma quantia bem menor e ficava sem preocupação.

    Vendo as fotos acima percebe-se que a maldade humana não tem limites mesmo!

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  2. Andreia Fiuza Andreia Fiuza 15 de October de 2008 em 10:15 am

    Eu adoro andar de bike. Compartilho muito momentos com minha querida azulzinha…(vou pra facu, ao supermercado…)
    O que me aflige além do constante medo de tê-la roubada é esquecê-la em algum lugar. Já que a maior parte do tempo saio sem ela.
    Sempre que vou pra facu sem ela na hora de voltar pra casa eu vou até o estacionamento procurá-la. Logo, tenho duas perguntas e um medo. eu vim sem ela ou fui roubada?

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