Imagine que alguém chega aà no seu trabalho (sim, porque eu sei que você está lendo isso no trabalho, já que em casa você tem mais o que fazer!) com uma bela marca roxa no pescoço.
“Hummm, a noite foi boa!”, é seu primeiro pensamento. Provavelmente será seu primeiro comentário também. Comentário bem mala, a propósito.
Então a pessoa com o chupão em questão pode ter duas atitudes. A primeira e menos comum é admitir e botar a culpa no(a) parceiro(a) sem noção. Às vezes o fará fingindo indignação, mas sem deixar de transparecer um certo orgulho. “Eu sou tão irresistÃvel que ela me atacou com voracidade!”
A outra reação é tentar arranjar uma desculpa esfarrapada. Já ouvi falar de alergia, micose e muitas outras.
Mas algumas dessas desculpas são exageradamente absurdas. A pior de todas foi um cara dizer que o “chupão” em questão era devido a uma bolinha de ping-pong! Sim, acredite! O cara teve a audácia de dizer que um simples joguinho amador de tênis de mesa havia sido capaz de lhe deixar um hematoma daqueles, exatamente no pescoço.

Esses jogam muito ping-pong!
Mas o pior dessa desculpa esfarrapada é que era a mais pura verdade!
Aconteceu, obviamente, comigo.
Irritado com meu saque ninja, meu adversário, um grotesco monstro de 2 metros de altura, decidiu rebater com toda sua força, do jeito que a bola viesse. Assim o fez.
Uma sensação tal qual picada de abelha se fez sentir em meu alvo pescoço, onde imediatamente após nasceu uma mancha.
Foram horas massageando o lugar para minimizar a roxidão do dia seguinte. Felizmente a técnica funcionou e a mancha ficou quase imperceptÃvel. Passar por mentiroso sem criatividade quando se diz a verdade seria f…!
3 Comentários em "Explica isso direito, Gump!"
Ah, eu fico roxa muito fácil!
E eu já passei por situação assim, em que não era chupão e sim outros acidentes, e as pessoas zoavam! hahahaha
Agora, me conta… que massagem é essa q amenizou o chupão?! ops… a pancada da bola!
Beijos Gump!
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A minha amiga Sheila, uma das pessoas mais tÃmidas que eu conheço, conseguiu uma marca dessas da forma mais absurda que a tua. É claro que eu estava presente, pra confirmar a veracidade da estória. Estávamos na casa de campo de uma outra amiga que estava nos mostrando como atirar com arco e flexa (chique, né?). Numa dessas tentativas, eu não consegui sequer armar o arco, e a Sheila foi me dar uma mão. Na bobeira, ela disse ‘é difÃcil mesmo, imagina se alguém prende a cabeça nisso aqui’, fazendo o gesto. No momento, a força dela não agüentou, eu que sou fracote também não, e o pescoço dela ficou entalado no arco!!! Resultado, um ‘chupão’ que pra não dava pra explicar. Era melhor inventar outra estória porque aquela não iria colar mesmo!
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Putz! Seria inacreditável mesmo!!!
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