Os Espiões de Las Vegas
O lugar mais estranho dentre aqueles em que me hospedei na recente viagem para os Estados Unidos foi um hostel em Las Vegas. Estranho neste caso não quer dizer ruim; quer dizer estranho mesmo. Paguei 15 dólares a diária num hostel de uma rede conceituada, com café da manhã incluído, com a melhor localização possível...
O dia em que fui abordado pela polícia em Las Vegas
Depois de percorrer alguns cassinos, brincar em um parque de diversões a 110 andares de altura e ver alguns shows – nada além do básico em Las Vegas – eu e um amigo decidimos que era hora de nos prepararmos para a noite da cidade. Isso incluía, claro, tomar umas cervejas. Então entramos numa farmácia...
A arriscada arte de provar comidas diferentes (4) — Doces
Eu não sou exatamente um fã de doces. Eles ocupam um lugar que poderia ser de mais uma fatia de pizza. Mas, claro, não recuso uma sobremesinha ou um chocolate de vez em quando. Principalmente quando o doce é diferente e é algo que pra mim só existia em filmes. Nos jardins em frente ao...
A arriscada arte de provar comidas diferentes (3)
Em poucos lugares provei tanta coisa diferente em tão pouco tempo quanto em Berlim. E devo dizer que foi uma experiência muito bem sucedida. Exceto em um momento, mas a culpa também foi minha. Inventei de fazer graça, como contarei mais para frente neste post, e me dei mal. A aventura gastronômica começou logo no...
A arriscada arte de provar comidas diferentes (2)
Não houve nenhuma outra vez em que eu tenha ficado mais gastronomicamente frustrado do que num restaurante em Praga, capital daquela república de duplo sentido. Estávamos em quatro brasileiros, recém-chegados à cidade, famintos, e encontramos um restaurante que parecia ser bem tcheco e ao mesmo tempo estar acostumado a receber estrangeiros. Decidimos entrar. A garçonete...
A arriscada arte de provar comidas diferentes (1)
É certo que, para qualquer turista, do mochileiro mais desapegado à madame mais fresca, as refeições constituem parte importante da viagem. E o mesmo vale se eu for o turista em questão — exceto que a quantidade de comida ingerida na viagem é maior. Então, eu sempre saí por aí em busca de novas experiências,...
O vagão das cabeças honestas
Existe um passeio, do qual já virei quase especialista mas não enjoo nunca, que é obrigatório para quem tiver algum tempo livre na capital paranaense: descer de trem até Morretes! Existem vários tipo de vagões, desde o mais simples até aquele em que você viaja de camarote. Mas somente da última vez viajei no vagão-povão,...
Minhas férias de verão 2010/2011 – Parte 11
[Este texto é a décima-primeira parte de uma série. Leia a parte 10 ou então vá para o início da saga.] Morro de São Paulo, 3 de janeiro de 2011 Logo ao chegar à ilha, reparei que as coisas ali seriam complicadas: paguei mais caro na taxa pra entrar do que tinha pagado pelo barco....
O menino chamado Seis Reales
Em cada viagem, temos contato com algumas pessoas marcantes e pitorescas. No Uruguai, uma delas foi o Sr. Recoba, motorista de táxi que acabou virando nosso guia turístico e ainda nos possibilitou assistir um jogo no Estádio Centenário numa área reservada. Mas tivemos contato com uma pessoa ainda mais pitoresca: o Garoto Seis Reales. Estávamos...
Minhas férias de verão 2010/2011 – Parte 10
[Este texto é a décima parte de uma série. Leia a parte 9 ou então vá para o início da saga.] Itacaré, 1º de janeiro de 2011 Dormi pouco. A gritaria no quarto era infernal. Não, não foi por isso que eu acordei; foi por causa do calor, é claro! Mal abri os olhos e...
O dia em que eu virei argentino
Era o primeiro dia da fantástica viagem ao Uruguai, aquela em que fui agraciado por ser preguiçoso. Então ainda não sabia bem como as coisas funcionavam por lá. Estávamos, eu e minha amiga que fala por telepatia, caminhando pelas ruas da Ciudad Vieja de Montevidéu, quando um senhor sentado em algum canto se virou para...
Minhas férias de verão 2010/2011 – Parte 9
[Este texto é a nona parte de uma série. Leia a parte 8 ou então vá para o início da saga.] Itacaré, 31 de dezembro de 2010 Mesmo tendo chegado ao amanhecer, não deu pra dormir até tarde. O calor na Bahia é implacável e o quarto no Hostel não tinha ar-condicionado. Ainda não sei...

