Enquanto incautos comemoram a imensa queda nos Ãndices de acidentes de trânsito depois da implantação da chamada “Lei Seca” no Brasil, os mais atentos já previam o quanto ela seria prejudicial.
Primeiro, a lei seca causa o aumento de mortes! Isso é algo óbvio! Basta um exercÃcio de lógica:
Como querÃamos demonstrar!

Sem acidentes de trânsito, muitas pessoas ficarão sem esperanças de vida.
Mas além desse fato há outro, menos macabro mas também trágico.
As pessoas muito feias, que tinham nos indivÃduos altamente alcoolizados a única saÃda para uma vida sexual razoável, estão sentindo o efeito de menos gente beber. E esse efeito se reflete na sociedade. Analisando-se novamente de forma lógica, temos:

Não podemos esquecer que se a lei seca já vigorasse há anos, hoje um famoso cantor brasileiro poderia estar preso por exercer o seu direito de matar embriagado ao volante e fugir, e não estaria fazendo sucesso internacional.
Resumindo: o que é uma mera redução de acidentes e mortes no trânsito? As pessoas devem continuar tendo o direito de tomar todas e sair atropelando e matando ao volante, objetivando um bem maior.
Temos, aqui no Brasil, uma variedade de cozinhas do mundo para experimentarmos: chinesa, tailandesa, japonesa, árabe, alemã, italiana. Opções não faltam.
E agora uma nova: a cozinha canibal.

Panelinha com 2 pessoas. Acompanha costelinha, linguiça pura e Galinhada. Promoção!
Mas essa eu não pretendo experimentar.
Não aqui, pelo menos. Só se meu avião cair nos Andes em novembro.
A polêmica cantora Amy Winehouse será eternizada no Museu Madame Tussauds de Londres. Uma justa homenagem a quem soube se destacar tão bem na mÃdia. Seja pelos motivos certos (a qualidade de sua música), seja pelos errados – bater em fãs, ter um aspecto horrendo, se afundar em drogas, sair do hospital e cair na bebedeira logo em seguida, etc, etc…

Será a estátua mais feia do museu?
Porém, Amy teria ficado um tanto desapontada com essa homenagem.
Ela teria dito: “pensava que você tinha que estar morto para fazerem uma estátua de cera de você“.
Pois é, Amy… é que do jeito que você vai, não falta muito.
Quanto tempo leva até a estátua ficar pronta? Será que ela dura até lá?
E não, eu não resisto a um humor negro, ainda que óbvio.
Fonte: Terra
Esses dias eu estava conversando sobre assuntos mórbidos e a conversa chegou nos custos de se bater as botas.
É assustador: segundo uma notÃcia antiga, não sai por menos de R$ 1,4 mil. Mas se contar tudo, deve dar muito mais:
Quem morre deixa uma grande lista de gastos.
E eu achava que as pessoas choravam tanto nos enterros apenas porque o morto era muito querido.
- Buááá! Que saudade do José! Buáááá! Esse caixão custou 3 mil reais!! Buáááá! O velório custou 2 mil! Buááá! Maldito José!

“Em breve, muito em breve, vou sacanear os ingratos dos meus familiares! Huuuuaaahuahua1!“
E ainda por cima, existem as falcatruas. Uma prática comum de algumas funerárias é invadir cemitérios para roubar caixões. Caixões! Para revender.
Já vejo as placas:
- Caixões seminovos! Ótimos preços!
Mas esse humor negro todo é para ver as coisas pelo lado bom. Não tenho direito a plano de saúde onde trabalho. Mas me compensaram: tenho auxÃlio funerário!
Genial!
Eu posso morrer por falta de atendimento médico, mas meu enterro está garantido!
Lamento, universidades! Um cadáver a menos para os estudantes!

“Guuump! Eu viiiim te buscaaaaar! Só há duas saÃdas: ganhar de mim no xadrez2, ou elogiar minhas cuecas noooovas!“
1: Tentativa gumpesca de escrever uma risada maligna.
2: Referência a “O Sétimo Selo“, de Ingmar Bergman.