Nota: Este é um artigo de zoação, não informativo. Não leve a sério. Nem as (des-)informações e nem as brincadeiras. O artigo não reflete as opiniões do autor, que gosta de todos os esportes. Mas gosta ainda mais de zoar. A propósito, o apelido do autor, Gump, originou-se pela sua forma de jogar ping-pong.
Tênis de mesa é um nome que tenta dar um ar sério para uma brincadeira de criança, o ping-pong. É um esporte praticado por quem não aptidão fÃsica suficiente para frequentar uma quadra de tênis de verdade.
Também é, talvez até por consequência disso, a modalidade favorita de quem cursa Ciência da Computação e afins.
Nos primórdios, o esporte era chamado de Ploc, por causa do patrocÃnio do chiclete de mesmo nome. Com o tempo, mudou-se o nome de acordo com o chiclete patrocinador, até chegar no Ping-Pong, nome utilizado informalmente até hoje.

Qualquer um pode jogar…
Qualquer pessoa pode jogar. Mas para realmente ser bom no esporte, há um pré-requisito: ter olhos puxados. Em competições internacionais, todos os paÃses são representados por descendentes de chinas ou de japas, ou chinas/japas naturalizados. Provavelmente é mais fácil manter o foco no jogo tendo olhos menores, com menos visão periférica. A única exceção, como visto em Forrest Gump, são ocidentais de baixo QI. Seus cérebros não são utilizados para raciocinar, e assim são totalmente dedicados para funções instintivas como o reflexo, tão importante nesse esporte.
Ou seja, não só qualquer idiota pode jogar como dentre os não-orientais são realmente os idiotas que jogam melhor. Portanto, apesar de ser um esporte cuja maioria dos praticantes é composta de nerds, só os nerds orientais (redundância proposital) se dão bem. Os outros são, simplesmente, nerds. Perdem no ping-pong e em tudo o mais.

Tênis de mesa pode ser muito perigoso para quem não é oriental
Todo bom jogador de tênis de mesa que se preze é esquisito. Quanto mais esquisita for sua empunhadura e o jeito de rebater a bola, mais ela sairá com defeito, o que dará a impressão de efeito, enganando o adversário.
Na China, paÃs com os melhores mesatenistas do mundo, também é utilizado como controle populacional e propaganda internacional do regime polÃtico. Isso é feito através de diversos torneios que seguem, literalmente, a regra do mata-mata. Quem ganha prossegue no torneio, enquanto o perdedor é morto no paredão. Por isso que a taxa de inscrição no torneio custa o valor de uma bala de fuzil. Ao fim do campeonato nacional, temos um chinês fodão para ganhar todos os campeonatos em escala mundial, e 100 milhões de chineses a menos na população.
Existem 3 empunhaduras básicas, ou seja, formas de segurar a raquete:
Dentre os grandes nomes do esporte, temos Forrest Gump, Ma Yuejiu, Cong Loo, Shen shu tian, Fang Zhu e Masaru Miamoto.

Forrest Gump, um dos maiores jogadores da história
Nos jogos olÃmpicos, as disputas por medalha são mera formalidade, para ganhar com direitos de TV. Isso porque quem acompanha o esporte sabe bem quais serão os resultados:
Simples Masculino: Ouro: China; Prata: Japão; Bronze: algum sino-americano ou sino-qualquer-coisa (mas coreanos e tailandeses entram na briga)
Simples Feminino: Ouro: China; Prata: Japão; Bronze: alguma sino-americana ou sino-qualquer-coisa (mas coreanas e tailandesas entram na briga)
Duplas Masculino: Ouro: Dupla 1 da China; Prata: Dupla 2 da China; Bronze: Dupla 1 do Japão.
Duplas Feminino: Ouro: Dupla 1 da China; Prata: Dupla 2 da China; Bronze: Dupla 1 do Japão.
Como esse ano é ano de Jogos OlÃmpicos, inicia-se aqui o Guia OlÃmpico do Gump, abordando as caracterÃsticas que você não sabia acerca dos esportes que você verá em Pequim.
Nota: Este é um artigo de zoação, não informativo. Não leve a sério. Nem as (des-)informações (bom, nem todas) e nem as brincadeiras. O artigo não reflete as opiniões do autor, que gosta de todos os esportes. Mas gosta ainda mais de zoar.
Voleibol, mais conhecido como Vôlei, é um esporte praticado por pessoas altas demais para jogar futebol e sem habilidade alguma para jogar basquete.
Sua origem, aliás, está justamente relacionada com o basquete. Jovens que não eram escolhidos para jogar nos times das aulas de educação fÃsica pegaram uma câmara de ar de uma bola de basquete e começaram a jogar uns para os outros, que era o que conseguiam fazer - ou quase conseguiam. Como eles apanhariam se pisassem numa quadra de verdade, foram jogar num pátio com uma cerca no meio.
A regra de marcar ponto quando o adversário deixasse a bola cair surgiu numa tentativa de deixar o jogo mais emocionante, já que os inventores do esporte eram tão cabeças-de-bagre que nunca conseguiam rebater a bola sem antes deixá-la quicar.
Como gente sem habilidade para esportes é o que não falta, o vôlei popularizou-se. Por não ter disputas viris, tornou-se o esporte preferido dos maricas. Apesar disso, não é muito aceito pelo público assumidamente homossexual, que prefere rugby, onde um agarra o outro e ninguém acha ruim.

“Ui! A bola tá vindo! O que eu faço? O que eu faço?”
Parece, num primeiro momento, um jogo fácil de entender. Para ensinar alguém a jogar, basta dizer: “Não deixe a bola cair na sua quadra e faça o possÃvel para a bola cair na quadra do adversário”.
No entanto, depois você descobre que não pode segurar, não pode andar com a bola, não pode encostar na rede, tem que fazer troca-troca de posições (epa!) na quadra, que não pode dar 2 toques na bola, que cada time só pode dar 3 toques na bola, quando o toque for do bloqueio não conta para esses 3 toques, o lÃbero não pode atacar nem sacar e tem regras para levantar de acordo com a posição em que está, etc, etc, etc. Ou seja, o FDP cara que inventou o vôlei era um nerd chato que não tinha o que fazer a não ser ficar inventando regra.
A quantidade de regras é proporcional à chatice do esporte. Mas existem grandes diferenças entre o vôlei masculino - realmente chato, e o feminino. No masculino, vê-se apenas gigantes desengonçados pulando para cravar a pobre bola na quadra adversária, enquanto outros gigantes desengonçados pulam para tentar impedir. O jogo nada mais é que uma sequência interminável de saque-recepção-levantamento-cortada-ponto ou saque-recepção-levantamento-cortada-bloqueio-ponto. Uaahhh!
No feminino, por haver menos força fÃsica envolvida, o jogo se torna um pouco menos chato. Além das duas sequências básicas do masculino temos várias outras possibilidades. Um exemplo: saque-recepção-levantamento-cortada-recepção-levantamento-cortada-recepção -levantamento-cortada-recepção-levantamento-cortada-bloqueio-ponto. Essa e outras grandes sequências são chamadas de rally.
Mas ninguém está interessado nisso, porque, desde a época em que as mulheres jogavam com um shortinho cavado, as pessoas presentes na torcida não estão interessadas no jogo. Vão lá para ver bunda de mulher. O shortinho foi substituÃdo por uma espécie de bermuda colante, mas ainda assim todo mundo está lá para ver mulheres altas de pernas torneadas. Tanto que a federação internacional tentou fazer as seleções adotarem como uniforme um macaquinho minúsculo (que “subia” ao menor movimento). O objetivo: chamar mais atenção “ao esporte”.

Vôlei feminino
Até para ser treinador de vôlei existem certas regrinhas. Todo técnico de vôlei deve ser louco, exaltado e gostar de gritar com o time. Exemplo clássico foi um antigo treinador soviético que gritava com suas jogadoras:
(Os palavrões russos foram também devidamente traduzidos)
- Put@ que o p@riu! Vocês estão muito nervosas! C@r@lh*! Nervosismo não ganha jogo, suas put@s! Fiquem calmas, p*rra! Fiquem calmas!
Seguindo essa escola, temos o técnico Bernardinho, da Seleção Brasileira Masculina.

Técnico Bernardinho, em sua fúria habitual
Bernardinho é um treinador tão eficiente que, usando apenas três palavras (p*rr@, merd@ e c@ralh*), consegue motivar um time a conseguir 25 tÃtulos mundiais consecutivos. Dizem que será o próximo presidente do Brasil.
O levantador é aquele que seria baixinho demais para jogar vôlei, mas foi expulso das aulas de balé clássico e acabou tendo que jogar na única posição possÃvel para um baixinho, no único esporte em que seria aceito.
É a parte mais ignorante do vôlei, em que um gigante salta, fecha os olhos e enfia a mão (epa!)
Vários gigantes pulam com o objetivo de encostar na bola (ops!)
LÃbero é o jogador que tem ainda menos habilidades que os outros, e por isso joga só no fundo da quadra.
Os nomes dos times de vôlei variam de uma temporada para outra, pois sempre são compostos dos nomes de dois patrocinadores do momento. Por exemplo, a final da última Superliga de vôlei foi entre Caldos de Galinha Knorr/Organizações Tabajara e Colchões Probel/Guaraná Dolly.
Para facilitar, já que todo ano mudam os nomes dos patrocinadores e, consequentemente, o dos times, tem gente que gosta de chamá-los pelo nome da cidade em que eles se encontram.
O problema é que às vezes o time muda de cidade também.
É algo como se, no futebol, o Flamengo passasse a se chamar Petrobrás/Coca-Cola e se mudasse para Curitiba.
O vôlei é disputado de duas formas nos jogos olÃmpicos: na quadra e na areia - uma versão reduzida, feita para que a platéia possa sair para dar um mergulho no mar se a partida estiver ainda mais chata que de costume.
Neste ano, não haverá disputa da medalha de ouro no vôlei de quadra masculino. Todas as demais seleções concordaram que, se houvesse competição, o time do técnico Bernardinho seria campeão com folgas. Assim, decidiram que as disputas seriam apenas pela medalha de prata. Desse modo, todo mundo se cansa menos e os jogos serão menos monótonos.
Afinal, mais chato que um jogo de vôlei, só mesmo um jogo de vôlei com resultado previsÃvel.