Distração é algo que não existe!
O que existe é a concentração na coisa errada.
Dito isso, posso afirmar que sou um cara extremamente concentrado, mas nem sempre concentrado na coisa certa.
E estar concentrado é o melhor caminho para levar um susto quando alguém insiste em lhe trazer “de volta à Terra”.
No trabalho, eu fico tão compenetrado que as pessoas falam comigo e eu não percebo. Se me chamarem de Christian, então, nem dou bola. “Não é comigo, é com esse tal de Christian”. As pessoas fazem longas perguntas e, na hora da resposta, silêncio sepulcral. Então, indignadas, berram:
- Guuuuuuuuuuuump!

O que foi?? O que foi???
Pronto. Eu volto à Terra, instantaneamente, com um susto tão grande que chega a fazer um efeito dominó de sustos: a pessoa que me abordou se assusta com meu susto e o resto do povo da sala se assusta com o susto dela.
E, claro, isso vira a diversão da galera. Todo mundo esperando eu ficar concentrado pra gritar GUUUUUUMMMMMP!!
Até que um chefe, devidamente preocupado com a queda da produtividade da equipe devido à s sacanagens com os efeitos que os sustos poderiam causar à minha pessoa, cola um aviso de zoológico na minha cadeira: “Favor não assustar o Gump“.
Mas isso não adiantou. E desde essa época eu decidi que o que eu preciso é de um retrovisor colado ao monitor. Já até me deram um, desses de bicicleta. Minha mesa era a atração dos visitantes do escritório.
Mas não é que já inventaram isso? Um retrovisor para escritório? Pois é. Com um motivo bem menos nobre (mas não menos útil): previnir a chegada de um superior pelas suas costas enquanto você está vadiando.

Taà algo útil para mim
Vi aqui, numa lista de 10 gadgets que os chefes vão odiar.
E esses gadgets cairiam perfeitamente na lista de Produtos Inúteis que Podem ser Presentes Legais.
Você não conhece Goiânia, e chega aqui para algum evento. Você é uma pessoa independente e curiosa. Decide ler num folheto de aeroporto ou em algum guia na Internet e sair seguindo as dicas que leu, para conhecer a cidade.
Afinal, você não precisa mais do que um endereço e um mapa, certo?
Então você acha uma referência à Feira do Sol, que acontece aos domingos. Vê o endereço: Praça do Sol, Setor Oeste.
Legal!
Você, então, procura a Praça do Sol no Google Maps ou naquele mapinha comprado na banca e… Cadê????
A Praça do Sol não existe! Não no mapa…
Depois, você vem morar de vez aqui. Aluga uma casa no Setor Coimbra. E, indo para casa de táxi um dia, o taxista fica lhe perguntando se você mora perto da Praça do Racha. Você, um cara que consulta os mapas da região do seu novo lar, responde:
- Não, nem conheço essa praça! Eu moro perto de uma praça chamada Godofredo Alguma-Coisa.
E o taxista:
- Uai! Conheço não!
Depois de algumas voltas a mais de táxi, por você não ter conseguido informar a altura da rua em que mora, descobre que sim, mora perto da Praça do Racha. No mapa, é Praça Godofredo Alguma-Coisa. Na plaquinha, é Praça Godofredo Alguma-Coisa. Mas nenhum goianiense conhece a praça Godofredo Alguma-Coisa.
Você, meu caro leitor independente, também não vai achar facilmente, no mapa, muitas praças conhecidas de Goiânia: Praça do Violeiro, Praça do Avião, Praça do Ratinho, e até mesmo a praça mais importante: a Praça CÃvica. Todas têm um nome oficial e nem sempre esse nome vem acompanhado do apelido no mapa.

Praça do Avião… Mas não é esse o nome oficial não…
É que Goiânia na verdade é uma grande sociedade secreta. Você não pode simplesmente chegar e encontrar os lugares sozinho. Você primeiro precisa conquistar a amizade de um goiano. Aà sim ele vai lhe ensinar a chegar nos lugares.
E largue mão de querer ser independente, seu… curitibano!
É velha a piadinha que corre por e-mail até hoje falando de coisas que ninguém viu: velório de anão, ambulância abastecendo em posto de gasolina, etc…
E chester? Quem viu?
Assado ou comprado no supermercado não vale. Eu sempre quis é ver um fazendo o seu barulho caracterÃstico. Assim como a galinha faz “cóóóóó” e o peru faz “gluglu”.
Até que um dia eu vi!! Existe mesmo! Cheguei a tocar em um fugitivo do abate. Mas eles não fazem barulho nenhum, nem se mexem. São criados apenas para o abate. Sequer sabem andar. Uma triste vida.

Não me deixaram tirar foto lá na fábrica… essa é a única foto que achei no Google.
Mas mesmo lá em Matagal Capinzal, que ainda é a Capital Nacional do Chester, é muito difÃcil ver um.
Não que eu achasse que ia andar na rua e ver um monte de chester ciscando livremente. Mas ao menos imaginei que teria como fazer uma visita a um galinheiro de chester. Digo, um chestereiro.
Bom, eu vi as galinhas bombadas os chesters justo antes deles morrerem… Digamos que não é uma visão legal. Conheci, há alguns anos, vários setores da fábrica que produz o chester que chega à sua mesa na ceia do natal. Vi desde o abate até a embalagem final, passando pelo setor de cortes, pelos depósitos de congelados e área de industrializados (empanados, etc).
Chester nada mais é que uma galinha modificada geneticamente para ter mais peito e mais (nhammm!) coxas. Bom, continua tendo só duas, mas são coxas mais caprichadas.
Li que 70% do corpo do animal é composto de peito e coxas.
E, por um momento, achei que eu era um chester. Mas li de novo com mais atenção. 70% de peito e coxas. Eu sou 70% barriga e coxas, na verdade.
E já que chester é um animal modificado geneticamente, Será que tem como manipular geneticamente para que seja formado um frango com mais que duas coxas?
Seria perfeito o cruzamento de genes de polvo com genes de frango! Seriam 8 coxas e ainda dava pra fazer sashimi com o resto!
Seria o frangolvo!
Tá achando absurdo?
Bom, eu acho o ornitorrinco absurdo!
E ele existe!
Minha amiga mais cruel e maligna, a Lina, começou a usar seus dotes artÃsticos para ganhar dinheiro. Entre outras coisas, vai passar a fazer sabonetes.
Então, num lampejo de gumpice, eu achei ter tido uma idéia genial e original:
- Lina, faça um sabonete masculino com cordinha. Perfeito para uso em vestiários!
Mas não é que isso já existe?

Sabonete perfeito para uso em academias
É até melhor que a minha idéia gumpesca. Eu tinha imaginado algo parecido com um ioiô. Se o sabonete cai, você puxa mantendo-se seguramente ereto. Mas esse aà nem cai.
De qualquer forma, a Lina vai fabricar alguns. Pena que não posso patentear a idéia.
Você quer aprender inglês, mas sofre com aquelas aulas chatas, repetindo “the book is on the table”?
Pois agora elas não precisam mais ser assim. Os japoneses acabaram de revolucionar as aulas de Inglês!
Veja uma amostra:
Envie esse vÃdeo para seu curso de inglês e peça para adotarem esse método! Sucesso garantido!