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Monday
14/Jul/2008

Para um relacionamento dar certo, é fundamental que um goste de azeitonas e o outro deteste – ou ao menos finja que não gosta.”

Essa é a teoria das azeitonas para os relacionamentos.

green-olive

Que coração que nada. A azeitona é que é o verdadeiro símbolo do amor!

Sua origem remonta ao episódio piloto da maravilhosa série chamada “How I Met Your Mother“, onde o casal formado por Marshall (Jason Segel) e Lily (Alyson Hannigan) acredita que eles são perfeitos um para o outro porque ela adora azeitonas e ele não.

Eles nunca disputam a azeitona da pizza e, de alguma forma, isso faz com que eles dêem certo.

Na verdade, Marshall usa o complemento da teoria: ele finge que não gosta, porque sempre quis alguém que quisesse suas azeitonas (não malicie!).

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Os personagens de “How I Met Your Mother”. Uma bela dica de série para você.
Duas dicas gumpescas num único artigo! Estou me superando!

Andei pesquisando os poucos casais perfeitos que conheço. E isso dentro do limite do que se pode chamar de perfeição quando se trata de casal, é claro.

E não é que funciona?

Nesses casais, sempre tem um que gosta de azeitonas e outro que não gosta. Ou um que deixa sempre as azeitonas para o outro. Ou, ainda, um que só gosta de azeitonas verdes e o outro que só gosta de azeitonas pretas.

Completa sintonia azeitonística!

Então, se você está procurando um namorado ou namorada, no que é que você deve prestar mais atenção? Bunda bonita e pernas torneadas? Inteligência? Condição financeira?

Nada disso! Descubra se ele ou ela gosta de azeitonas!

Se vocês não forem opostos nisso, preste atenção! Prepare-se para cair fora!

Sem sintonia azeitonística, o relacionamento está fadado ao mais completo fracasso!

azeitonas

Dê um prato desses para o seu amor,
e descubra se ele combina com você…

- “Gump, eu fiz o teste e deu certo! Então vamos ser felizes para sempre?”

Alto lá! Quem disse que seria assim tão fácil?

Atente para a correta compreensão da teoria!

Você nem sequer beija alguém que acabou de comer azeitonas, mesmo após 2 escovações de dentes, e a criatura bizarra que você ama come um pote de azeitonas de uma só vez? Nada de sair marcando casamento com duas semanas de namoro por causa disso!

A teoria, infelizmente, não diz que todos os casais nessa condição darão certo.

E acredite, muitas vezes eles não passam nem perto disso!

Há casos em que nem o poder de uma azeitona pode ajudar!

Mas está dada a dica. Trate de ir me agradecendo por fazer com que você não perca seu tempo com a pessoa errada!

Ou então, não acredite em mim. Mas nesse caso eu vou tirar com a sua cara daqui alguns anos! ;)

Friday
9/May/2008

Nada como “esportes” que possam ser praticados acompanhados de uma cervejinha e muitas risadas com os amigos. Boliche, pebolim, sinuca. Diversão garantida!

Mesmo eu sendo ruim em tudo (mas tenho muita sorte no boliche!), eu adoro!

Mas o que eu ia gostar mesmo é dessa mesa de pebolim aqui:

Pebolim gigante!

Cara, 11 jogadores de cada lado! Dá pra reunir a turma toda. Imagina com o povo um pouco alcoolizado, quanta risada não iria sair?

Fico imaginando isso nos churrascos etílicos que já participei! Perfeito.

Então, fica a dica: meu aniversário é em outubro! Se eu ganhar uma mesa dessas, chamo todo mundo pra jogar!


Fonte: Blog do Mesquita

Monday
3/Mar/2008

Como sou especialista em mancadas, gafes, etc (a ponto de tais coisas serem conhecidas como gumpices), resolvi compartilhar um pouquinho do que minha vastíssima experiência no assunto me ensinou.

Antes, deixe-me contar o porquê de me achar um entendido no assunto. Simplesmente, em um dado momento da minha vida, eu percebi que cometia tanta gafe, pagava tanto mico (sem querer… os por querer não contam), que decidi iniciar um painel semelhante àqueles das fábricas (“Estamos trabalhando há XX dias sem acidentes de trabalho“).

Meu painel: O gump está há XX dias sem cometer gafes, pagar micos ou dar mancadas. Não chegava ao número 5. Sempre era uma cabeçada na janela fechada por não ter visto o vidro, um esbarrão durrubando ou quebrando algo, eu cantando ao ouvido da mulher errada, coisas assim.

vergonha-individual

Cometeu uma gafe e está com vergonha? Há formas de minimizá-la!

Agora, vamos às lições:

Lição 1 – Prevenção: evite ao máximo falar algo sem antes poder conferir se está dando bola fora.

Essa lição preventiva cai muito bem quando se trata de datas de aniversário.

Por exemplo, se você sabe que o aniversário de um ente querido é na semana que vem, mas não está 100% certo de que é na quarta, fale com ele apenas “Está chegando, hein? Semana que vem tem festa!!“. Ele vai ficar emocionado:

- Ele lembrou a data do meu aniversário! Oh!

Outro exemplo foi o meu post inicial no Mentes Psicodélicas. Eu não lembrava se a Lina tinha nascido no dia 30 ou no dia 31 de outubro. Portanto falei da data como sendo “final de outubro”.

E Ela nasceu no dia 29!!! Veja como meus conselhos são úteis!

Lição 2 – Traga mais pessoas para pagar mico com você!

Eu havia passado, certa vez, um final de semana inteiro com o meu grupo na faculdade, tentando fazer um programa de computador que valia a maior parte da nota de uma matéria. Faltando um minuto para a aula, ainda estava dando um bug grave em nosso software.

Estávamos eu e meus colegas no laboratório da faculdade, eu sentado ao computador e eles ao meu lado, queimando neurônios pra fazer aquilo funcionar para termos a nossa nota. Estava começando uma aula de outro curso ali no laboratório, e íamos ser expulsos. Imploramos mais 2 minutinhos para a professora daquela turma, e ela cedeu. Fez piadinhas nos chamando de aliens e tal, mas permitiu que ficássemos ali um pouquinho.

Então eu tentei uma última modificação no programa, já aceitando o destino de reprovar na matéria. Era minha última e totalmente desesperançosa cartada.

Salvei, rodei o programa, e…

Funcionou!!

Minha alma se encheu de tamanha alegria que eu esqueci de tudo, exceto da minha felicidade, e gritei, com expressão de jogador de futebol ao comemorar o gol:

- TESÃÃÃÃÃOOO!!

Todas as alunas do outro curso (sim, pra piorar o outro curso era composto só de meninas. Aumenta a vergonha) se viraram pra ver quem era o mané que estava gritando aquilo. Todas tentando imaginar que tipo de site eu estava vendo para gritar tal coisa.

Enquanto isso, meus colegas foram instintivamente saindo de perto de mim, fingindo que não me conheciam.

Mas que não me conheciam o que! Comecei a falar animadamente com eles, pra todas verem que eram meus amigos. A vergonha deles por me conhecerem me consolava!

Tente você também! Funciona!

vergonha em grupo

Se a vergonha é inevitável, traga mais gente pra passar vergonha com você!

 

 

Lição 3 – Falou algo sem intenção ou pra pessoa errada? Não tente consertar!

Um dia eu estava numa loja de CDs com um amigo, e passamos o tempo todo conversando enquanto escolhíamos nossas compras. No fim, eu fui até o caixa primeiro e, quando ele chegou, eu virei para ver os CDs que estavam na mão dele.

Não reconheci nenhuma banda, nem tinha ouvido falar delas, e nem sabia se eram boas ou ruins. Só sabia que não tinham nada a ver com o tipo de música que ele gostava. Então, eu disse para ele:

- Você vai levar isso???

Com tom pejorativo no “isso“, claro.

Só então olhei pra quem eu estava falando e vi que não era meu amigo! Ele tinha voltado pra trocar um CD e eu fiquei falando com a pessoa errada, que por sinal era parecido com meu amigo.

Não tive a menor intenção de criticar o gosto musical do carinha lá. Afinal, sequer tinha ouvido o som que ele curtia. Mas tentar corrigir só ia piorar. Mantive-me, então, ali, com a cara de “esse mundo está perdido mesmo, olha só o tipo de música que as pessoas estão ouvindo hoje em dia!

Lição 4 – Se puder, saia de fininho!

No mesmo dia, eu e meu amigo saímos da loja de CDs e fomos pra uma loja de calçados. Ficamos olhando as vitrines, até que eu achei um modelo muito bonito e entrei pra provar. Ele entrou também. Enquanto eu esperava a vendedora que me atendeu voltar com o tênis do meu número, olhei-me no espelho e vi o quanto de banha eu estava acumulando em meu corpo e comecei a falar com meu amigo o quanto eu estava uma baleia, que isso não podia ser, que merda, bla bla bla.

Como você já previu, não era meu amigo que estava ali. Obviamente o sacana havia saído da loja pra ver outra coisa na vitrine. Em seu lugar estava a outra vendedora da loja, assustada. Afinal, o que era aquele carinha chorando suas mágoas adiposas para com ela? Ainda mais naqueles termos.

Fiz a cara mais normal possível (tá bom, tá bom. Já sei o que você vai dizer… Gump e normal não combinam. Eu sei. Mas fiz a cara gumpesca menos anormal), e saí rapidinho.

Sem provar os sapatos!

Há, claro, outros tipos de mancadas que eu já cometi, mas para elas ainda não tenho um tutorial para não passar vergonha. Simplesmente porque elas ainda me envergonham até hoje!

Avestruz02

Tem horas que não tem jeito! Dá vontade de ser igual avestruz e se esconder!

Friday
15/Feb/2008

Nas poucas vezes em que estive na capital catarinense, ou que estive me programando pra ir, sempre me alertaram: “não pegue táxi em Florianópolis!” Diziam que era muito caro, que não compensava, que o serviço é ruim.

Enquanto planejava minha recente viagem para o litoral catarinense, eu estava com esse pensamento na cabeça e nem havia cogitado pegar táxi. Pretendia alugar um carro para ir até Bombinhas (uns 70km de Florianópolis), apesar de não precisar de carro senão para o percurso de ida e, talvez, o de volta. Simplesmente me parecia a única alternativa.

Até que um amigo sugeriu que eu tentasse fechar um valor fixo com um taxista para me levar até lá. Achei besteira, à princípio, porque afinal, “pegar táxi em Floripa é furada“. Mas, como fazer uma cotação não custa nada, resolvi procurar alguma empresa ou cooperativa de táxis de lá e fazer uma pesquisa. Até mesmo porque sou bastante curioso e queria saber em quanto ficaria a facada!

Acabei encontrando a Floripa Táxi. Fazendo contato através do site, eu obtive o valor do meu pacote. A resposta foi rápida, detalhada e seu conteúdo foi muito melhor do que eu imaginava: seria muito mais barato e cômodo que alugar um carro.

Táxi

Não sofra mais com táxi em Florianópolis

Todo contato que eu fiz foi via internet. Sem que eu tivesse que gastar um centavo em telefone, combinamos tudo. O motorista estaria me esperando, em plena madrugada, na hora da chegada do meu vôo, mesmo estando sujeito a possíveis atrasos relacionados com o caos aéreo atual, com o uniforme da Floripa Táxi e uma plaquinha com o meu nome (eu me senti importante!)

O motorista, extremamente simpático e prestativo, também se dispôs a marcar de me buscar na volta, às 5h da manhã do dia do meu vôo de retorno, pelo mesmo valor da ida. Nenhuma taxa adicional foi cobrada devido ao horário em que eu precisava dos serviços.

Para aumentar a comodidade, eles ainda aceitam cartões de crédito.

Sério, fazia tempo que eu não via um atendimento tão bom em área alguma. Mereceu cada elogio desse post. Recomendo, para quando for visitar a Ilha da Magia. Antes de pegar um táxi, procure a Floripa Táxi.

E não, esse não é um post patrocinado. É um serviço Gump de utilidade pública! :-)

Wednesday
6/Feb/2008

Viajar é preciso!

E, para poder viajar mais, economizar é a palavra de ordem.

Sei de muitas peripécias de quem gosta de viajar. Uma delas é viajar à noite pra dormir no busão e economizar a grana do hotel/pousada/albergue. Fazer isso de vez em quando não mata, mas fazer sempre é para mochileiros radicais. Se eu aguentar ficar sem banho, o que pra mim é mais importante que dormir, talvez use isso nas minhas férias.

Mas a minha peripécia de hoje é dormir no aeroporto. No momento em que rascunho essas linhas, estou, em plena madrugada da quarta-feira de cinzas, pernoitando no aeroporto de Florianópolis.

É engraçado. Nas rodoviárias, sempre aparece alguém para coibir o sono. Teve uma época que o terminal do Tietê em São Paulo era quase meu hotel, pois às vezes era difícil conseguir passagem Rio de Janeiro->Curitiba, então eu fazia Rio->São Paulo->Curitiba. Só que sempre dava azar de chegar em Sampa num momento sem passagem e tinha que passar muitas horas por lá. Minha diversão, além de muita música e muitos livros, era ver os seguranças acordando os dorminhocos. E eles não eram muito delicados não! Tinha cada um que acordava dando cada pulo! Cruel. Mas pra quem não tem o que fazer, era a diversão.

No entanto, nos aeroportos os seguranças fazem suas rondas ignorando totalmente os dorminhocos. Aqui, um mochileiro se acomodou numa fileira de bancos à minha esquerda. Uma menina bem bonitinha* está no mundo dos sonhos à minha direita. E um senhor parece estar, como eu, esperando o sono chegar, enquanto lê um livro. E eu já reservei meus quatro bancos estofados contíguos que farão as vezes de um delicioso colchão daqui a pouco.

Ok, esqueça a parte do delicioso.

aeroporto

Esses aí também queriam economizar… Mas o banco do aeroporto deles é mais confortável pra dormir que o do de Floripa…

Por que estou aqui?

A alternativa mais óbvia seria a não-econômica. Eu continuaria dormindo na minha pousada em Bombinhas-SC, onde passei o carnaval, e pegaria meu transporte (fechei um pacote com uma empresa de táxi de Floripa, e o serviço foi tão bom que merece um post em breve) para Floripa de madrugada. Mas apesar de ser um táxi camarada, ainda assim era um táxi.

Outra possibilidade um pouco mais em conta (bom, talvez) seria vir pra Floripa de busão, pegar um hotel (nessa época do ano é tudo concorrido e caro), dormir umas poucas horinhas (se eu conseguisse, já que sou insone), pegar um táxi e vir para o aeroporto.

Mas não. Economizar, como eu disse, é a lei.

Saí da pousada em Bombinhas, peguei o ônibus para Balneário Camboriú, e de lá outro pra Floripa. E, na sequência, um coletivo para o aeroporto. No mínimo, 100 reais de economia (mas provavelmente mais). E ainda foi muito divertido.

Não é a primeira vez. Em certa ocasião, cheguei à meia noite no aeroporto de Curitiba, e já não havia mais ônibus. Táxi, àquela hora, seria caríssimo. Pra quem não sabe, o aeroporto de Curitiba não fica em Curitiba, e sim em uma cidade vizinha. Nem quis imaginar quanto sairia na bandeira 2. Optei por esperar os ônibus voltarem a circular.

Nessa ocasião em questão, estava acontecendo uma exposição de móveis no local. Os estandes montavam quartos completos. Cama com colchão e tudo! É lá mesmo que eu vou dormir, pensei. Mas cheguei tarde! Todas as camas já estavam ocupadas por gente que teve a mesma idéia.

Tinha até um jovem casal dormindo de conchinha.

Que meigo!

Nisso, percebi que a pessoa que fechou o cyber café do aeroporto não trancou a porta. E lá dentro havia um maravilhoso sofá, que virou uma maravilhosa cama para mim!

Minha cama no aeroporto!

Essa foi minha cama no aeroporto de Curitiba!

Acordei com o cara do cyber café ligando os computadores. Já fiz o movimento para sair de lá, e ele, na tranquilidade:

- Pode dormir! Vai demorar pra alguém vir usar aqui.

Pela naturalidade do cara, acho que todo dia alguém dorme lá.

E aqui é 1h da manhã agora. Você talvez pense que eu estou chateado de estar aqui esperando um vôo que sai só às 8h30.

Mas eu não saberia é descrever a minha euforia.

Céus! Eu amo viajar!


* Eu sei, não tem a menor importância para o texto o fato de ela ser bonitinha. Mas ela é tão gatinha que eu precisava dividir essa informação com alguém ;-)