Se você tem bike, todo cuidado é pouco. Não há só o risco de ser atropelado, ou assaltado (como o Fred). Ainda mais se, além do quadro, o conjunto todo é de boa qualidade. Os ladrões não respeitam nada!

Bye bye aros, pneus, pedivela, banco… Só o guidão ficou… não prestava mesmo!
Eu sempre prendi a Berenice (minha bike) enrolando o cadeado nas duas rodas, se possÃvel. Quando dava, prendia o banco, que é carinho, ao quadro. Ainda assim o ladrão poderia levar os bar-ends, por exemplo.
Mas só tive problemas desse tipo quando guardei a bike no bicicletário fechado e vigiado do prédio e esqueci de retirar a “bolsa de banco” e a luzinha traseira. Mas eu me toquei disso rapidinho, logo ao chegar ao meu apê. Mas no percurso entre o 15o andar e o sub-solo, tais equipamentos me foram subtraÃdos.
Quando o ingênuo proprietário da bike acha que, prendendo o quadro a algum poste, sua bike está segura, acontecem casos em que não sobra nada. Foi o que aconteceu na imagem acima.
Mas há, ainda, aqueles que além de perderem partes da bike, ainda têm que aguentar gracinhas ao encontrar sua carcaça.

Ainda bem que a pobre da Berenice está inteirinha aqui em casa. Esquecida, mas inteira.
Eu costumo brincar: “Divórcio faz parte do casamento “. O número de casamentos que termina em sua dissolução é muito alto - e em muitos outros casos, dura apenas por causa dos filhos, ou pura teimosia mesmo.
Os motivos da separação são vários. No caso das mulheres, já não há mais a dependência do marido como há cerca de 20 anos. Naquela época, eu aprendia nas aulas de Educação Moral e CÃvica no colégio que o homem era o chefe da famÃlia e a mulher “administrava a casa” - eufemismo para cozinhar, lavar e passar.
Hoje independente, a mulher pede o divórcio por não ter mais a obrigação de tolerar alcoolismo, desrespeito, falta de atenção, ausência, traição, etc, etc e etc.
Já o homem pede o divórcio, geralmente, por um motivo em especial: poder casar com a amante.
Afinal, por mais que tradicionalmente sejam as mulheres que realmente queiram casar, depois de casados os homens não têm lá muitos motivos para realmente querer separar. A casa funciona melhor com a presença de uma mulher, que dá importância para aquelas pequenas coisas que passam despercebidas a nós, homens.
Como aquela caixa de pizza que está lá embaixo da minha cama desde… errr… tá, vou jogar a caixa no lixo! Já volto!

Tic-Tac Tic-Tac
Pronto. Onde eu estava?
Ah sim… Divórcio.
Então, após a decisão de se divorciar, vêm os longos processos de divisão dos bens. O que fica com quem? Quem fica com a casa? Quem fica com o carro?
Mas um casal cambojano, depois de 40 anos de casamento, encontrou uma forma simples de resolver a questão. Como o processo de divórcio no Camboja é muito burocrático (e tem algum lugar em que não seja?), o citado casal simplesmente dividiu a casa ao meio!

A solução simples para a questão “E a casa, fica com quem?”
Fico pensando em como eles fariam se tivessem que resolver a questão da guarda dos filhos…

Hein? O que seria?
“Deus! Mim guia!”? (Algum Ãndio de filme?)
“Deus é uma enguia”?
Ou é alguma referência ao deus Mimguia, da Mitologia Mutunopolense?
Em uma coisa eu o invejo. Queria conseguir ser “felis” mesmo cometendo erros toscos de português. Acho um todo dia aqui no blog e fico indignado comigo mesmo.
Em um restaurante da praça Tamandaré (uma das poucas praças goianienses que não é chamada pelo apelido), vê-se, no buffet, o seguinte cartaz:
Não converse!
Sempre que vou lá vira uma bagunça!
- Shhhhh! Olha a conversa aÃ!
Até que o dono do restaurante, incomodado, foi explicar pra gente que é porque as pessoas se empolgavam na conversa e acabavam cuspindo na comida.
Não deixa de fazer sentido, mas que é estranho dar de cara com um cartaz desses, é.
Enquanto isso, em algumas lanchonetes conceituadas da região, estimula-se o contrário. Você pede um salgado (ou pão-de-queijo, qualquer coisa) e eles te dão dois, desafiando-lhe a não comer o segundo.
Realmente, é muito gostoso, mas é meio nojento. Se a pessoa não come, o salgado fica ali exposto na mesa o tempo todo, em meio a conversas e cuspes, até ser devolvido e oferecido a outra pessoa… bleargh!
Nesse domingo, o caderno de Classificados do jornal O Popular, daqui de Goiânia, trouxe um bocado de anúncios um tanto bizarros.
Silk screen - Experiência de no mÃnimo 70 anos.
Blogueiro - Para qualquer assunto dentro da cibercultura. Conhecimento de Gugou Analitis (sic) requerido
Pet Shop para peixes - Contratamos auxiliar de secadora
Auxiliar - para achados e perdidos de tampas de caneta. MÃopes não serão aceitos.
Duvida? Veja abaixo (e clique na imagem se quiser ampliar).
Mas hein??
Mas que diabos? Querem contratar blogueiros? Eu também quero essa boca!
Foi o assunto no Twitter durante o dia. Que mancada do Jornal!
Mas havia algo de (ainda mais) estranho nos anúncios. Nenhum deles tinha número de telefone. O que seria? Erro de layout? Piada do jornal? Algum teste que acabou sendo publicado (igual ao jornal de São Bento do Sul)?
Mas, enfim, a luz.
Não era nada disso. Veja a imagem inteira:
Anúncios bizarros? Clique para aumentar.
Notou?
É um belo de um anúncio do TimFixo. Como normalmente você não percebe um anúncio assim numa página de classificados (eu já vou direto ao que me interessa), foi usada uma boa forma de chamar a atenção.
Curti!
Vi no Carroça no Asfalto.