Isto é um genérico do diprogenta. Um remedinho para pele bichada.

Já isto é um genérico do super-bonder. Uma cola que gruda em tudo, principalmente pele.

E isso abaixo é…
UMA GUMPICE EM POTENCIAL!!!

O fato é: zonzo de sono, a gumpesca figura aqui foi procurar o remedinho genérico e pegou a bisnaga errada.
Sorte que um terço dos meus cabelos já são grisalhos, o que permite algum raciocÃnio, ainda que lento. Estranhei o bico do “diprogenta”, bem como a bisnaga estar tão cheia. No último momento, me safei.
A única coisa que não desgruda de mim, assim, é a minha incapacidade de tirar fotos decentes para ilustrar textos sem sentido como este.
Hoje, dia 27 de agosto, morreu o 63º animal do Parque Zoológico de Goiânia. Um triste fato noticiado em todos os veÃculos de comunicação do estado de Goiás, e em muitos do resto paÃs e mesmo do mundo.
Mas só quem lê o maravilhoso jornal Daqui (“Daqui” é o nome desse jornal daqui, sim!) está por dentro da ação das autoridades, que já detiveram uma quadrilha suspeita dos crimes.
Veja:

Note bem a cara do meliante, do mais profundo desprezo pela sociedade, chegando a debochar das autoridades.
Quando os animais, outrora puros, aderem à criminalidade de forma tão chocante, percebemos que realmente o mundo está perdido. Aproveite bem enquanto ele durar.
Obs.: O flagrante foi do meu amigo LMBelém, que entre uma malandragem e outra se mantém informado com o jornal Daqui e o programa Pânico.
Já contei uma vez aqui que no tempo do primeiro programa No Limite, as segundas-feiras eram uma tortura. Só se falava disso nas rodinhas do café na empresa, e eu ficava boiando. Até que um domingo resolvi assistir aquele negócio. Aguentei 5 minutos! Achei tão ruim que preferi não ter sobre o que conversar às segundas-feiras a ter que trocar meus filmes dominicais por aquilo.
Vejo meus amigos que não gostam de futebol passando pelo mesmo problema, sempre às segundas e quintas. Só se comenta sobre a rodada do dia anterior, e quem não tem conhecimento do assunto fica em silêncio.
O mesmo acontece em todos os assuntos populares: novelas, Big Brother, até mesmo o que passou no último Domingão do Faustão.
Eu não faço a menor questão de assistir novela. É um preço muito alto para ter como iniciar uma conversa coloquial. O mesmo acontece com quem não gosta de futebol. A idéia de ver “22 homens correndo atrás de uma bola” lhes é desagradável.
É claro que há pessoas que têm a habilidade de conversar convincentemente sobre algum assunto sem saber nada sobre ele, mas não é o caso da maioria de nós.
Mas imagine se existisse um site que permitisse saber o que falar em cada momento sobre um determinado assunto, sem ter que entender ou acompanhar nada sobre ele. Não resolveria o problema, mas você não ficaria totalmente de fora e poderia até participar das conversas, ou usar as informações para puxar papo.

Um cara que não entende nada de futebol dando uma de comentarista esportivo?
Esse site (ainda) não existe (acho), mas foi uma idéia muito engraçada e bem bolada da sitcom britânica “The IT Crowd”. Um site denominado Bluffball é atualizado o tempo todo com possÃveis frases para usar numa conversação, baseadas no que acontece no mundo do futebol inglês. Por exemplo:
O que o técnico estava pensando quando substituiu Fulano tão cedo?
E tem mais! Vem com um guia de pronúncia, que indica o tom que você deve usar nas frases, dando ênfase nas palavras certas. E ainda envia os updates para o telefone celular do usuário para que, independente de onde esteja, ele possa ser salvo de ficar sem assunto.

O mais legal é que o domÃnio citado no episódio existe de verdade, e o logo é o mesmo. Aparentemente eles querem lançar um serviço assim. Não sei se pegaria, mas não deixa de ser uma idéia interessante! Esse site seria ótimo também para os flamenguistas, já que ao menos metade dos que dizem torcer para o Flamengo não sabem sequer o nome de um jogador do time.
Houve quem roubasse a idéia para criar um blog, também chamado Bluffball. Uma pena que só teve um post, mas nele há a descrição básica de como se falar de futebol como se entendesse do assunto:
Eu já deixo registrado aqui: eu quero um que faça isso com a novela, com o Faustão, o Fantástico e todos os demais assuntos chatos de que todo mundo adora falar!
Que o Google é maravilhoso e, se bem utilizado, pode auxiliar muito em várias áreas, todo mundo sabe.
O que tem gente que esquece é que ele não faz todo o trabalho para você.
A prova disso é a sinopse do filme nacional “O Contador de Histórias” que vi afixada sobre o cartaz do filme no cinema.
Tom Hanks é o personagem tÃtulo, um rapaz inocente que passeia pela história norte-americana de três décadas. Com seu jeitão puro, ele luta no Vietnã, é condecorado, conhece o presidente Kenedy, fala em uam grande concentração pacifista em Washington…
O que aconteceu?
O estagiário do cinema entrou no Google e digitou “O Contador de Histórias”, clicou no primeiro link e deu “ctrl+c ctrl+v” na sinopse que encontrou lá… A sinopse de Forrest Gump!
FAIL!
Imagine que alguém chega aà no seu trabalho (sim, porque eu sei que você está lendo isso no trabalho, já que em casa você tem mais o que fazer!) com uma bela marca roxa no pescoço.
“Hummm, a noite foi boa!”, é seu primeiro pensamento. Provavelmente será seu primeiro comentário também. Comentário bem mala, a propósito.
Então a pessoa com o chupão em questão pode ter duas atitudes. A primeira e menos comum é admitir e botar a culpa no(a) parceiro(a) sem noção. Às vezes o fará fingindo indignação, mas sem deixar de transparecer um certo orgulho. “Eu sou tão irresistÃvel que ela me atacou com voracidade!”
A outra reação é tentar arranjar uma desculpa esfarrapada. Já ouvi falar de alergia, micose e muitas outras.
Mas algumas dessas desculpas são exageradamente absurdas. A pior de todas foi um cara dizer que o “chupão” em questão era devido a uma bolinha de ping-pong! Sim, acredite! O cara teve a audácia de dizer que um simples joguinho amador de tênis de mesa havia sido capaz de lhe deixar um hematoma daqueles, exatamente no pescoço.

Esses jogam muito ping-pong!
Mas o pior dessa desculpa esfarrapada é que era a mais pura verdade!
Aconteceu, obviamente, comigo.
Irritado com meu saque ninja, meu adversário, um grotesco monstro de 2 metros de altura, decidiu rebater com toda sua força, do jeito que a bola viesse. Assim o fez.
Uma sensação tal qual picada de abelha se fez sentir em meu alvo pescoço, onde imediatamente após nasceu uma mancha.
Foram horas massageando o lugar para minimizar a roxidão do dia seguinte. Felizmente a técnica funcionou e a mancha ficou quase imperceptÃvel. Passar por mentiroso sem criatividade quando se diz a verdade seria f…!