Já notou como todo mundo gosta de uma boa tragédia?
Se uma pessoa desmaia na rua, vira um alvo de curiosos. Um acidente atrai uma multidão que chega a atrapalhar o trabalho da ambulância. Uma simples freada busca faz todo mundo num escritório ao lado largar tudo que está fazendo pra ir ver o que aconteceu na rua. Afinal, se acontecer algo ruim, então “eu tenho que saber!”
Com base nisso, fiz uma compilação de vÃdeo de acidentes cujos links recebi por e-mail, para compartilhar com quem mais interessar!
Para começar, um vÃdeo de um rally que tem uma curva maldita! Todo mundo passa direto por ela. Alguns só derrapam, outros capotam, e outros levantam um vôo de forma bem bizarra!
E a cada novo acidente, a multidão está maior. Todo mundo vai para aquele ponto da prova, só pra ver os acidentes! Bando de urubu!
E nada como uma câmera num estacionamento, para a gente ver do que as pessoas são capazes. Olha o que esse animal faz na tentativa de manobrar!
abaixo, um cruzamento dos infernos! Será que tem algum problema com semáforo por lá? Gostaria de acreditar que sim. Porque é muita estupidez furar o sinal num cruzamento grande e doido como esse!
O vÃdeo abaixo é uma compilação de fotos de acidentes bizarros! Tem caminhão tombado na pista depois de jogar boliche com os carros, tem colisão múltipla digna de filme de cinema, tem atropelamento, e outras cenas bizarras inacreditáveis! Algumas falsas, mas tudo bem.
Ao ver o próximo vÃdeo, em que os carros simplesmente não conseguem parar antes de bater em vários outros, eu fico pensando como seria se tivéssmos neve aqui no Brasil. Com a perÃcia e o cuidado de nossos motoristas!
Agora, uma homenagem à estupidez humana! Tem jeito de uma coisa dessas dar certo? Escalar uma pedra sobre quatro rodas? Adoro quando essas coisas não dão certo!
Para fechar, alguém além de mim adora câmeras em túneis? Dá pra flagrar cada coisa! No vÃdeo abaixo, tem até ônibus articulado dançando igual minhoca bêbada!
Nada como “esportes” que possam ser praticados acompanhados de uma cervejinha e muitas risadas com os amigos. Boliche, pebolim, sinuca. Diversão garantida!
Mesmo eu sendo ruim em tudo (mas tenho muita sorte no boliche!), eu adoro!
Mas o que eu ia gostar mesmo é dessa mesa de pebolim aqui:

Cara, 11 jogadores de cada lado! Dá pra reunir a turma toda. Imagina com o povo um pouco alcoolizado, quanta risada não iria sair?
Fico imaginando isso nos churrascos etÃlicos que já participei! Perfeito.
Então, fica a dica: meu aniversário é em outubro! Se eu ganhar uma mesa dessas, chamo todo mundo pra jogar!
Como esse ano é ano de Jogos OlÃmpicos, inicia-se aqui o Guia OlÃmpico do Gump, abordando as caracterÃsticas que você não sabia acerca dos esportes que você verá em Pequim.
Nota: Este é um artigo de zoação, não informativo. Não leve a sério. Nem as (des-)informações (bom, nem todas) e nem as brincadeiras. O artigo não reflete as opiniões do autor, que gosta de todos os esportes. Mas gosta ainda mais de zoar.
Voleibol, mais conhecido como Vôlei, é um esporte praticado por pessoas altas demais para jogar futebol e sem habilidade alguma para jogar basquete.
Sua origem, aliás, está justamente relacionada com o basquete. Jovens que não eram escolhidos para jogar nos times das aulas de educação fÃsica pegaram uma câmara de ar de uma bola de basquete e começaram a jogar uns para os outros, que era o que conseguiam fazer - ou quase conseguiam. Como eles apanhariam se pisassem numa quadra de verdade, foram jogar num pátio com uma cerca no meio.
A regra de marcar ponto quando o adversário deixasse a bola cair surgiu numa tentativa de deixar o jogo mais emocionante, já que os inventores do esporte eram tão cabeças-de-bagre que nunca conseguiam rebater a bola sem antes deixá-la quicar.
Como gente sem habilidade para esportes é o que não falta, o vôlei popularizou-se. Por não ter disputas viris, tornou-se o esporte preferido dos maricas. Apesar disso, não é muito aceito pelo público assumidamente homossexual, que prefere rugby, onde um agarra o outro e ninguém acha ruim.

“Ui! A bola tá vindo! O que eu faço? O que eu faço?”
Parece, num primeiro momento, um jogo fácil de entender. Para ensinar alguém a jogar, basta dizer: “Não deixe a bola cair na sua quadra e faça o possÃvel para a bola cair na quadra do adversário”.
No entanto, depois você descobre que não pode segurar, não pode andar com a bola, não pode encostar na rede, tem que fazer troca-troca de posições (epa!) na quadra, que não pode dar 2 toques na bola, que cada time só pode dar 3 toques na bola, quando o toque for do bloqueio não conta para esses 3 toques, o lÃbero não pode atacar nem sacar e tem regras para levantar de acordo com a posição em que está, etc, etc, etc. Ou seja, o FDP cara que inventou o vôlei era um nerd chato que não tinha o que fazer a não ser ficar inventando regra.
A quantidade de regras é proporcional à chatice do esporte. Mas existem grandes diferenças entre o vôlei masculino - realmente chato, e o feminino. No masculino, vê-se apenas gigantes desengonçados pulando para cravar a pobre bola na quadra adversária, enquanto outros gigantes desengonçados pulam para tentar impedir. O jogo nada mais é que uma sequência interminável de saque-recepção-levantamento-cortada-ponto ou saque-recepção-levantamento-cortada-bloqueio-ponto. Uaahhh!
No feminino, por haver menos força fÃsica envolvida, o jogo se torna um pouco menos chato. Além das duas sequências básicas do masculino temos várias outras possibilidades. Um exemplo: saque-recepção-levantamento-cortada-recepção-levantamento-cortada-recepção -levantamento-cortada-recepção-levantamento-cortada-bloqueio-ponto. Essa e outras grandes sequências são chamadas de rally.
Mas ninguém está interessado nisso, porque, desde a época em que as mulheres jogavam com um shortinho cavado, as pessoas presentes na torcida não estão interessadas no jogo. Vão lá para ver bunda de mulher. O shortinho foi substituÃdo por uma espécie de bermuda colante, mas ainda assim todo mundo está lá para ver mulheres altas de pernas torneadas. Tanto que a federação internacional tentou fazer as seleções adotarem como uniforme um macaquinho minúsculo (que “subia” ao menor movimento). O objetivo: chamar mais atenção “ao esporte”.

Vôlei feminino
Até para ser treinador de vôlei existem certas regrinhas. Todo técnico de vôlei deve ser louco, exaltado e gostar de gritar com o time. Exemplo clássico foi um antigo treinador soviético que gritava com suas jogadoras:
(Os palavrões russos foram também devidamente traduzidos)
- Put@ que o p@riu! Vocês estão muito nervosas! C@r@lh*! Nervosismo não ganha jogo, suas put@s! Fiquem calmas, p*rra! Fiquem calmas!
Seguindo essa escola, temos o técnico Bernardinho, da Seleção Brasileira Masculina.

Técnico Bernardinho, em sua fúria habitual
Bernardinho é um treinador tão eficiente que, usando apenas três palavras (p*rr@, merd@ e c@ralh*), consegue motivar um time a conseguir 25 tÃtulos mundiais consecutivos. Dizem que será o próximo presidente do Brasil.
O levantador é aquele que seria baixinho demais para jogar vôlei, mas foi expulso das aulas de balé clássico e acabou tendo que jogar na única posição possÃvel para um baixinho, no único esporte em que seria aceito.
É a parte mais ignorante do vôlei, em que um gigante salta, fecha os olhos e enfia a mão (epa!)
Vários gigantes pulam com o objetivo de encostar na bola (ops!)
LÃbero é o jogador que tem ainda menos habilidades que os outros, e por isso joga só no fundo da quadra.
Os nomes dos times de vôlei variam de uma temporada para outra, pois sempre são compostos dos nomes de dois patrocinadores do momento. Por exemplo, a final da última Superliga de vôlei foi entre Caldos de Galinha Knorr/Organizações Tabajara e Colchões Probel/Guaraná Dolly.
Para facilitar, já que todo ano mudam os nomes dos patrocinadores e, consequentemente, o dos times, tem gente que gosta de chamá-los pelo nome da cidade em que eles se encontram.
O problema é que às vezes o time muda de cidade também.
É algo como se, no futebol, o Flamengo passasse a se chamar Petrobrás/Coca-Cola e se mudasse para Curitiba.
O vôlei é disputado de duas formas nos jogos olÃmpicos: na quadra e na areia - uma versão reduzida, feita para que a platéia possa sair para dar um mergulho no mar se a partida estiver ainda mais chata que de costume.
Neste ano, não haverá disputa da medalha de ouro no vôlei de quadra masculino. Todas as demais seleções concordaram que, se houvesse competição, o time do técnico Bernardinho seria campeão com folgas. Assim, decidiram que as disputas seriam apenas pela medalha de prata. Desse modo, todo mundo se cansa menos e os jogos serão menos monótonos.
Afinal, mais chato que um jogo de vôlei, só mesmo um jogo de vôlei com resultado previsÃvel.
Nota: Este é um artigo de zoação, não informativo. Não leve a sério. Nem as (des-)informações (bom, nem todas) e nem as brincadeiras. Se você procura informações sérias sobre a cidade, não é aqui que vai encontrar.
Natércia é uma cidade do sul/sudeste de Minas Gerais, com população de 18 habitantes. Já teve várias denominações, até que Seu Creysson assumiu a prefeitura e fez uma eleição para a escolha do novo nome. As opções eram:
Interrompemos esse artigo para retificar a informação acerca da população da cidade. A filha do prefeito acaba de chegar de Belo Horizonte para visitar os pais e, portanto, agora a população é de 19 pessoas.
O histórico da cidade no site da prefeitura bateu o recorde de texto histórico com mais encheção de linguiça no planeta.
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Isso porque o texto do link acima foi bastante enxugado. Uma versão estendida é encontrada na wikipedia, mas ainda assim é uma versão reduzida do texto original, escrita por um historiador e médico do sono, nascido em Natércia. No texto original, a justificativa oficial para o nome escolhido na eleição proposta por seu Creysson é que se trata de um anagrama de Caterina, “baseando-se nos versos de Camões, o grande gênio, vitaminado, poderoso, indiscutÃvel, irrepreensÃvel, majestoso, brilhante, brioso, inteligente, classe A, um puta dum cara fodido, o grande pai da lÃngua portuguesa”.
Como ninguém conseguia chegar acordado ao final do texto, reduziram um pouco os elogios a Camões e todo o resto.
No entanto, o texto da wikipedia ainda é utilizado nos institutos de medicina do sono pelo mundo. Com sucesso!
E, ao fim desse artigo, aproveitamos para retificar novamente as informações populacionais. Neste momento o Fazendeiro José da Silva acaba de ir à “casinha“, que fica do lado de lá do limite com Santa Rita do Sapucaà e, portanto, no momento, a população voltou a ser de 18 habitantes. Mas como a cidade está prestes a receber praticantes de rapel de olho em suas cachoeiras, por dois dias a população deverá chegar a quase 26 pessoas! Quase, porque um dos praticantes de rapel é fã de Victor e Léo.
Veja também, no Guia Gump de Cidades:
Esses dias eu estava conversando sobre assuntos mórbidos e a conversa chegou nos custos de se bater as botas.
É assustador: segundo uma notÃcia antiga, não sai por menos de R$ 1,4 mil. Mas se contar tudo, deve dar muito mais:
Quem morre deixa uma grande lista de gastos.
E eu achava que as pessoas choravam tanto nos enterros apenas porque o morto era muito querido.
- Buááá! Que saudade do José! Buáááá! Esse caixão custou 3 mil reais!! Buáááá! O velório custou 2 mil! Buááá! Maldito José!

“Em breve, muito em breve, vou sacanear os ingratos dos meus familiares! Huuuuaaahuahua1!“
E ainda por cima, existem as falcatruas. Uma prática comum de algumas funerárias é invadir cemitérios para roubar caixões. Caixões! Para revender.
Já vejo as placas:
- Caixões seminovos! Ótimos preços!
Mas esse humor negro todo é para ver as coisas pelo lado bom. Não tenho direito a plano de saúde onde trabalho. Mas me compensaram: tenho auxÃlio funerário!
Genial!
Eu posso morrer por falta de atendimento médico, mas meu enterro está garantido!
Lamento, universidades! Um cadáver a menos para os estudantes!

“Guuump! Eu viiiim te buscaaaaar! Só há duas saÃdas: ganhar de mim no xadrez2, ou elogiar minhas cuecas noooovas!“
1: Tentativa gumpesca de escrever uma risada maligna.
2: Referência a “O Sétimo Selo“, de Ingmar Bergman.