No Brasil, ser malandro e “levar vantagem em tudo” é motivo de orgulho. Se você não é malandro, você é mané. Não há meio termo entre espertos e otários.
Talvez por isso vejamos tanta burrice de quem comete pequenos delitos ou falcatruas - como as que vemos no cenário polÃtico. O cara se dar bem e ninguém saber disso, é mais ou menos como o cara pegar a Megan Fox e não poder contar pra ninguém.
Eu odeio malandro. Mas se é pro cara ser malandro, que seja direito. Malandro que parece malandro não é malandro.
Eu tinha um colega de faculdade que era perito em enganar todo mundo para levar vantagem. O cara era bom de lábia: vendia produtos usados e defeituosos por um preço muito maior que o de um produto novo sem defeitos, e o comprador ainda saÃa feliz, crente que havia feito um bom negócio. O fato é que o cara tinha tanto orgulho de sua esperteza que contava para todo mundo suas “proezas”. Incluindo as pessoas que, em breve, ele acabaria tentando enganar também. Em pouco tempo, ninguém mais confiava nele. O esperto ficava sem otários.
Esse papo todo é porque eu li numa coluna do Diário da Manhã de hoje um caso de um malandro que, definitivamente, não soube ser malandro.
Um carinha de JataÃ-GO entrava sempre na mesma loja de roupas, pegava várias camisetas e ia para o provador. Ao sair, dizia que nenhuma delas tinha servido, e ia embora. Ele, porém, estava vestindo pelo menos umas camisetas por baixo da roupa que estava usando.
Pior do que um malandro, é o mais puro otário querendo brincar de malandro. Voltar à mesma loja, provar sempre várias peças, nunca comprar nenhuma e roubar várias peças de cada vez?
Esse realmente queria que soubessem que ele “se dava bem”.
- Olhem, seus otários! Eu sou esperto!
Mistura de ganância com burrice só podia dar uma coisa: merda! O malandro do interior acabou preso, pra deixar de ser otário.
Nota: Este é um artigo de zoação, não informativo. Não leve a sério. Nem as (des-)informações (bom, nem todas) e nem as brincadeiras. Se você procura informações sérias sobre a cidade, não é aqui que vai encontrar.
Ponta Grossa é, junto com Rolândia, uma das cidades de duplo sentido do Paraná.
Uma de suas caracterÃsticas mais marcantes é uma suposta antipatia da população local. Mas se isso for verdade, o que eu não achei nas vezes em que estive lá, é compreensÃvel! Depois de Pelotas, é a cidade com mais piadinhas repetitivas em todo o paÃs. Sempre tem alguém que, ao conhecer a cidade, solta essa:
- Qual a diferença entre a agulha e o Paraná? É que a agulha tem ponta fina e o Paraná tem Ponta Grossa“.
Dãã!!! É ou não é pra ficar de cara fechada?
Também não é possÃvel manter o bom humor na “Cidade Camelo“, com suas enormes ladeiras. Subir cansa.
É uma região muito procurada por turistas vindos de Pelotas-RS e Campinas-SP. Existe uma linha turÃstica que liga Ponta Grossa a Rolândia que custa a bagatela de 100 paus.
Está separada de Curitiba pelo municÃpio de Campo Largo. Essa informação é relevante, porque as mulheres de Campo Largo gostam dos homens de Ponta Grossa.
Sua maior e mais famosa atração turÃstica é o Parque Estadual de Vila Velha, onde rochas têm formações bizarras. Tem até rocha em forma de taça, por exemplo. Algumas dessas formas também favorecem o turismo pelotense na região.

O porquê de Ponta Grossa ter tantos turistas de Pelotas
Outro ponto turÃstico é o calçadão, um local bizarro e assustador. Atravessá-lo faz parte da categoria de esportes radicais.
E todo ponta-grossense tem orgulho de ter um McDonald’s na cidade. Sempre que alguém viaja para lá a trabalho, os nativos se oferecem para levar o viajante para lá.
Também ganhou fama mundial por uma bizarra escultura, que ficou mais conhecida como cocozão.

Cocozão
Também é famosÃssima por ser a região com mais zonas de todo o estado do Paraná.
E não se pode esquecer das fábricas de vibradores. A etiqueta “produto de Ponta Grossa” valoriza muito a mercadoria, fazendo com que tais fábricas sejam o carro chefe da economia do MunicÃpio
Veja também, no Guia Gump de Cidades:
Saiu no Diário da Manhã de hoje matéria falando que 100 pessoas se suicidam em Goiás a cada ano. E o assunto no trabalho, por mais de meia hora, foi sobre o tema “suicÃdio”.
PaÃses com altas taxas de suicÃdo, motivos que levam a pessoa a se suicidar, o tema “desespero ou covardia”, etc.
Enfim, o tema foi debatido à exaustão.
Pouco tempo depois, a informação bombástica: alguém se jogou do 9o andar aqui do prédio!
Não é uma visão legal, mas todos os urubus do prédio, incluindo eu, foram olhar pela janela.
E agora eu pretendo só conversar sobre coisas mais amenas por aqui.
Mantendo meu incansável trabalho de levar a cultura goiana para o resto do paÃs - inclusive trazendo gente do sul pra conhecer o cerrado - atualizei, mais uma vez, o Micro-dicionário Goianês-Português.
Os 3 verbetes abaixo já encontram-se no artigo original. Agradeço a todos que têm me dado sugestões de novos verbetes!
Vende-se este - Aqui em Goiânia é muito mais comum ver placas dizendo “Vende-se Este” colada num carro, do que simplesmente “Vende-se“. É como se quem escreveu pensasse “vende-se? Vende-se o que?“, mas também ficasse com preguiça de escrever “Vende-se este carro“. Fica o meio termo.

É impressionante como simples imagens engraçadas, que todo mundo que usa a Internet há mais de 2 anos já deve ter visto, ficam novamente engraçadas apenas com a palavra “FAIL” e, principalmente, com as variações como “EPIC FAIL!!” e afins.
Essa é a proposta do The Fail Blog, um dos blogs inúteis que eu assino e adoro.

O interessante é que outros blogs surgiram pegando carona nele. Um é o engraçadÃssimo Fail Dogs, que eu conheci no blog da Ester.

Tem cão sendo mordido por gato, errando o pulo ou simplesmente se dando mal.

E minha recente descoberta é o English Fail. Um blog só com erros de inglês, ou flagrantes em que a combinação de placas não ficou boa, ou ainda belos cacófatos.

Alguns posts são bem sem graça, mas outros são realmente hilários!

E também é bom ver que não é só o português que é continuamente estuprado. A lÃngua inglesa também sofre!

Ficam as dicas