ChristianGump.net

Arquivo de January de 2008

Sunday
13/Jan/2008

Esses dias eu vi um link para um site bem inútil mas com idéia legalzinha, o DayOfBirth.co.uk. Sei lá por que motivo, me deu vontade de fazer uma versão traduzida e com algumas informações a mais.

Aproveitei também para misturar com futebol. ;-)

Entre abaixo com a sua data de nascimento e, se quiser, com o seu time do coração (se está lendo pelo feed e não funcionou, clique aqui).

[UPDATE] Aparentemente alguns signos estavam com as datas de início e fim erradas, pois as datas nesse site estavam levemente erradas. Agora me baseei nesse aqui. Se houver algum signo que não bater, peço que me informe.

Data de Nascimento:

Se você gosta de futebol, diga qual o seu time:

Só aparecem os times das séries A e B do campeonato brasileiro de 2008, mais o Guarani, que já foi campeão brasileiro. Se você sentiu falta do seu time aqui, me avise.

Eu considerei o Flamengo como campeão brasileiro de 1987. Espero que os torcedores do Sport me perdoem, a culpa foi da desorganização da CBF. Mas considero que o flamengo teve que superar os melhores times, por isso tem mais cara de campeão.

Também considerei o título mundial do Corínthians em 2000, apesar de ser o mais mixuruca dos campeões mundiais, por não ter sequer tido que vencer uma competição continental antes.

Acho que nem precisaria dizer isso, já que as brincadeiras são tão inocentes, mas… leve as brincadeiras na brincadeira! ;-)

Boa semana!

Saturday
12/Jan/2008

Eu tenho um gosto considerado bizarro. Hum… Péssima forma de começar o texto. Afinal, eu sou considerado bizarro, logo meus gostos também devem ser…

Bom, o fato é que eu gosto de tomar chá com leite. Desde criança eu misturava leite no chá preto, mas muitos outros chás combinam com leite também, incluindo aí o tradicional chá mate.

Para os britânicos seria a coisa mais natural. Num dos livros da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, um personagem, Inglês, faz o avançadíssimo sistema de controle de uma nave travar, pois exigia desse sistema que lhe fosse servida uma xícara de chá com leite, e a máquina desconhecia tal coisa. No Brasil, tomar chá com leite soa tão estranho quanto deve ter soado para o sistema da nave.

E, aqui em Goiânia, o pessoal tende a ser mais tradicional em seus hábitos e poucos fazem doideiras fogem do padrão.

chá com leite
Nada como um chá com leite…

Pois então, uma bela tarde, lá no trabalho, me dá uma vontade imensa de tomar um chá com leite. Às 15h tem um café pros funcionários do tribunal, e tem chá e leite, tudo que eu preciso. Mas faltava a coragem de chegar no meio de todo mundo, jogar chá na xícara e completar com leite. Até porque eu sabia que isso ia ser o assunto da tarde. E eu detesto chamar a atenção, ser o assunto da conversa em um grupo grande de pessoas.

Então tive uma bela idéia. Chegar ao local do café lá pelas 14h58, antes de todo mundo, e pegar uma belíssima xícara dessa mistura dos deuses!

Tudo corria perfeitamente. Quando cheguei, as garrafas já estavam lá, e não tinha vivalma! Derramei o chá, feliz da vida, e mandei o leite por cima, enquanto cuidava do corredor pra ver se ninguém me via. Mas não cuidei da retaguarda (epa!) e uma ascensorista saiu de dentro da Copa (devia estar batendo papo) e percebi que ela viu direitinho o que eu peguei.

Phoddeu!, pensei…

Mas ela não falou nada. Parecia nem ter percebido! Alívio! Mas notei algo estranho: ela jogou leite na xícara, depois mandou chá por cima. “Ué, ela toma chá com leite também?“, pensei, ingênuo.

Mas aí ela provou o líquido da xícara…

O que??
O queeeeee??

O queeee?? Mas isso é chá?? Como assim? É chá que você pegou? Eu vi você pegando e achei que era café e peguei também! O queeee? Você tá tomando isso?? Você toma chá com leite???????

É que eu gosto de chá com leite“, respondi baixinho…

Mas tava feita a m*… Ela voltou pra copa pra jogar fora o que ela tinha pegado, e lá de fora eu a ouvia: “Tem um cara lá que faz sabe o que? Toma chá com leite! Chá com leite! E eu vi ele pegando e peguei também! Tem base?.”

E o povo começava a chegar pro café. E cada um que chegava ouvia a assustada e indignada ascensorista: “Sabia que ele toma chá com leite??“.

Logo, todo mundo naquele andar do prédio estava me cercando, perguntando do chá com leite, rindo, falando que era absurdo, perguntando se “todo gaúcho toma chá com leite” (por aqui, muita gente acha que pra baixo de São Paulo todo mundo é Gaúcho). Enfim, tudo que eu não queria.

Mas com um pouco de habilidade verbal - coisa que eu não tenho, mas dei um jeito - consegui mudar o assunto da conversa e logo já tinha outras pessoas contando causos tão bizarros quanto “o cara que toma chá com leite” e tudo começou a ficar esquecido.

Quando o assunto já era outro, um elevador ao longe se abre e eu escuto:

Uai! Sabia que eu peguei chá com leite hoje? Um cara toma chá com leite, acredita? E eu peguei também por engano! Chá com leite! Tem base??

Pô, gente! Chá com leite é muito bom!

Friday
11/Jan/2008

Eu descobri recentemente que amo malhar. Talvez tenha sido a minha melhor descoberta de 2007, a salvação de um ano pra esquecer. Malhar desestressa e faz muito bem. A disposição é muito maior, e os resultados são sentidos em pouco tempo.

Porém, se por um lado é muito bom ir pra academia se exercitar, por outro é repugnante conviver com uma das raças mais asquerosas: homem de academia!

Rinocerontes de pernas-de-sabiá
“Minha cabeça sumiu, mas não faz mal… eu não uso mesmo”

Bom, na verdade, nada mais repugnante do que homem. Não sei como as mulheres gostam, mas ainda bem que elas têm esse gosto bizarro. Apesar que hoje muitas mulheres “estão descobrindo que mulher é bom - coisa que os homens já sabem há séculos” (Chico Anysio).

Juliana Paes
Brad Pitt nada. Muitas mulheres preferem ela. Sabem das coisas!

Quando entram no ambiente da academia, alguma necessidade de auto-afirmação transforma muitos caras em em seres realmente desprezíveis, os já citados “homens de academia”.

Começa na entrada. Chega um cara logo antes de mim e cumprimenta a mocinha bonitinha da recepção. Ela dá um sorrisinho e responde. A cena se repete com a minha entrada: “Boa tarde“, sorrisinho dela, “Boa tarde“.

Chegando ao vestiário, o marombado começa, pra quem não for surdo: “Cara, essa muié da recepção tá louca pra dar pra mim!“.

Aí todos ficam amiguinhos, trocando de roupa num mesmo cantinho do vestiário. Isso é bom, o resto do vestiário fica todo pra mim, e eu quero mesmo ficar bem longe daquela montoeira de homem. A conversa animada gira em torno do quanto a muié da recepção é vagabunda/piriguete/galinha/piranha/puta, afinal ela quer dar pra todos os que entraram na academia. Até pra mim! Ela sorriu pra mim!

Claro que a conversa não pára na menininha da recepção. Tem aquela professora que foi corrigir um dos exercícios do cara dias antes. “Pretexto pra chegá ni mim!“. Ou a nova professora que em vez de ficar num canto conversando com os outros professores, vai olhando os exercícios de todos os alunos, perguntando se eles têm dúvida, se precisam de alguma coisa. “Mó atirada, véi! Deve tá desesperada“.

Professora “atirada”
Ela acabou de passar, com um sorriso no rosto, o exercício pra esse senhor. Você adivinha o que ele está pensando?

Mas o assunto das “vagabundas” da academia cessa rapidamente quando um deles tira a camisa. Imediatamente outro solta: “Cara, qual o suplemento que cê tá tomando? Tá dando mó resultado, véi!“. Quando a conversa dos descamisados gira em torno dos suplementos de proteína e do quanto o bíceps cresceu depois da mudança de um por outro (”tá vendo aqui, ó?“), eu fico feliz por estar trocado e pronto pra sair daquele inferno, e ir malhar!

Mas o inferno não acaba, se for dia de malhar “braços”. Há uma divisão clara na academia. Na ergometria e nas aulas de spinning/Body-alguma-coisa/abdominal/step/diabo-a-quatro, só dá mulher. Na parte da academia onde estão os aparelhos pras pernas, praticamente só tem mulher também. Mas na parte onde estão os halteres e aparelhos pra braço, é um sagu.

Sagu
Sagu

Em dia de malhar braço, você tem que disputar espaço com os homens-sapo, que equilibram a grande massa corporal em dois palitos de dentes que chamam de pernas. Também tem que importunar o rinoceronte que está falando ao celular confortavelmente sentado no aparelho que você precisa usar. “Pô, tu é muito chato, gordinho!“, diz o rinoceronte com o olhar.

Falando em gordinho, recentemente me promoveram a franguinho (imagino que seja a gíria pra caras não-mais-tão-gordinhos que levantam menos de 100kg no supino), o que pra um cara acostumado a ser o gordinho não chega a ser um xingamento.

Também há casos em que é melhor passar pra outro aparelho: o aparelho da vez está sendo utilizado por um grupo desses seres, um ajudando o outro enquanto todos conversam sobre os bíceps dos colegas e dos outros. “Você viu o cara que tem 50cm de braço?

Outra cena pitoresca é quando aparece uma rara mulher que encara malhar não somente do abdômem pra baixo. Dependendo do QG (quociente de gostosura) ela imediatamente é abordada por “bons samaritanos” dispostos a compartilhar toda a sua vasta experiência em musculação. Dependendo da recepção às abordagens, é comum o cara passar e falar pra mim - ou pra qualquer outro homem que estiver por perto - o quanto ela é puta (se for simpática - afinal, nesse caso ela queria dar pra ele, lembra?) ou mal-comida (se não for tão receptiva).

E teve um cara, do tipo raquítico, que entrou na academia e foi assediado por um bombadão! Claro, não no sentido literal. O bombadão chegou nele e falou que tinha sido igualzinho a ele há alguns anos: um mega-frangote. Que morria de vergonha de tirar a camisa e blábláblá. O raquítico, constrangido, louco pra falar “E o Kiko?“, tentava se desvencilhar.

No dia seguinte, o bombadão trouxe fotos suas sem camisa, de anos atrás, pra mostrar pro ultra-franguinho, seu protegido, que não sabia como fugir da situação, nem disfarçar o desconforto. Cara, era muita foto! Sorte que eu não tinha que vê-las! Argh!

E por falar em bombadão, tem um professor de academia aqui em Goiânia, que eu vou chamar de Ogro, apelido que uma ex-namorada colocou nele. O cara é fisiculturista e chega e estar deformado, a ponto de não parecer conseguir dirigir um carro. Mas sai pela academia falando o quanto “a mulherada é louca por ele”. Mal sabe ele que a mulherada, na real, foge quando ele entra no recinto.

Mas nada mais bizarro do que o dia em que um rinoceronte trouxe uma fita métrica e quase todos os caras da academia foram lá pra um tirar as medidas musculares do outro. E se elogiarem mutuamente. E conversarem sobre suplementos.

Mas, e as mulheres de academia? Não existem as metidas, as nojentinhas, e as de comportamento questionável também?

Devem existir sim. Mas vestidas em suplex, com suas pernas torneadas, desfilando pra cá e pra lá, o comportamento deixa de me parecer importante. Definitivamente.

Menina de comportamento duvidoso
Dizem que é metida, patricinha, nojentinha, arrogante. Eu não conseguiria perceber tão cedo. E você?

Monday
7/Jan/2008

Sim, você leu certo. Não é um post dando dicas de como parar de fumar. Porque convenhamos, a idéia de parar de fumar é fácil. “Basta” ter força de vontade. Difícil pode ser executar essa idéia, mas isso é outro papo.

Permitido fumar…
Permitido fumar… mas com ressalvas!

A questão é: se você não vai parar de fumar, ao menos páre de ser odiado por isso. Sim! As pessoas lhe odeiam! Elas não dizem, mas lhe odeiam. E você, provavelmente, merece!

Se você acende um cigarro em um ambiente fechado, sem nem procurar um lugar em que incomode menos, você merece ser odiado!

Se você joga bituca de cigarro no chão, você merece ser odiado.

Se você queima alguém com a brasa do cigarro numa balada ou multidão, você merece ser odiado.

Eu odeio você!
Eu te odeio!

Caro fumante, muito provavelmente tudo que você faz e acha normal é motivo pra ser odiado. Merecidamente!

Mas sim, há uma solução para você! Aliás, há duas soluções.

A primeira é óbvia: páre de fumar!

Mas eu sei que você não vai parar só porque eu estou falando, então a outra solução é seguir as regras abaixo.

Regra 1 - Fume longe de mim!

Tá, na verdade a regra 1, em termos menos egocêntricos, seria “Fume longe dos não fumantes“. Quem não fuma odeia cheiro de cigarro. Aliás, mesmo quem fuma muitas vezes odeia o cheiro do cigarro dos outros.

Mas a questão não é só a de não gostar do cheiro. Não podemos esquecer que o fumante passivo pode ser vítima de muitos dos malefícios do cigarro sem nem fumar.

Mas eu sou diretor, sou fodão, uso gravata. Eu posso“.

Tá bom. Você já é odiado o suficiente por ser chefe. Se você ainda acender um cigarro, fazendo uma pose que mostre bem a sua gravata fedendo a cigarro, a rádio peão vai passar a falar (mais) mal de você.

Imagine. O povo trabalhando e você impregna o ar com seu cigarro? Quer saber, eu já te odeio também! Aliás, o grande mal de muitos chefes é achar que o cargo lhes dá permissão para faltar com o respeito. Mas ao contrário, quanto mais atitudes positivas um chefe tiver, mais a chance de ser respeitado pelos funcionários. E quanto mais respeitado, mais obedecido. Que tal começar a mudança pelo cigarro?

Algumas empresas possuem áreas conhecidas como fumódromos. Vá fumar lá. Se em sua empresa não existe, proponha a criação de uma área dessas. Fale dos benefícios de se fazer uma pausa no trabalho, ao mesmo tempo em que não tem que sair da empresa pra fumar. Cite o quanto você se importa com os outros. Talvez você não ganhe tantos pontos quanto ganharia se parasse de fumar. Mas vai deixar de ser tão odiado por conta disso.

Procure também fumar ao ar livre. E se estiver em um grupo, resista à vontade de fumar ali, se o grupo não for de fumantes também. Se a necessidade de ceder ao vício for mais forte que você (fracote!), fique a alguns passos de distância do grupo. E sopre sempre a fumaça pro outro lado.

Respirando aliviados!
Você fuma longe da gente e nós agradecemos!

Nunca, mas nunca mesmo, fume dentro de veículos, exceto se o veículo for seu. Nesse caso você faz o que você quiser. Mas se der carona pra alguém, o ingrato vai lhe odiar! Não que caroneiro possa reclamar. Mas vai lhe odiar secretamente, naquele momento.

Você sabe que é um perfeito seguidor da regra 1 quando as pessoas no máximo suspeitam que você é fumante, mas sem nunca tê-lo visto fumar.

Regra 2 - Não jogue bituca de cigarro no chão

Essa é a mais difícil, mas não devia ser. 99,9% dos fumantes não a seguem. E ainda perguntam: “e o que você quer que eu faça, fique carregando a bituca de cigarro até achar onde jogá-la?

A resposta é: Isso é problema seu! Sério. Você fuma, eu como demais, fulano bebe. Ninguém tem nada com a vida de ninguém. Mas todo mundo precisa assumir as consequências e as responsabilidades de seus atos.

Bitucas
Jogue a bituca no lugar certo, mané!

Bituca de cigarro entope bueiros, polui praias e fica anos na natureza até ser decomposta. Imagine quantas bitucas de cigarro são jogadas na rua todos os dias. Junto com outros lixos, a bituca que você jogou ajudou a causar aquela inundação naquela rua depois daquela chuva. Sim, aquela vez que você botou a culpa exclusivamente na prefeitura da sua cidade. Ou em São Pedro.

E qual o porco que jogaria uma bituca de cigarro no chão da própria casa? Você não faz isso porque a casa é sua, certo? Mas a rua também é sua!

Bitucas podem ser recicladas, num método criado pela UnB. Então o que você tem que fazer é jogar lixo no lixo, como sempre. Sim, você provavelmente vai ter que andar com a bituca apagada na mão até achar a lixeira mais próxima. Mas é sua obrigação como cidadão fumante.

Ah, sim. Por favor, apague a bituca antes de jogar no lixo. Você não quer causar um incêndio, certo?

Se quiser mais sugestões (um pouco mais diretas que as minhas, se é que você me entende) de como fazer para fumar sem ser mal-educado, leia “É a má-educação que leva ao tabagismo ou o tabagismo que causa má-educação?

Regra 3 - Cuidado com seu cigarro

Agora você é um fumante consciente, que não joga bitucas no chão e evita fumar onde for incomodar outras pessoas. Parabéns!

Mas há lugares em que é meio que ‘liberado’ o uso do cigarro. Baladas, por exemplo. Não é uma coisa muito legal, você sai pra dançar e volta fedendo. Mesmo nesses lugares seria legal se existisse um canto pro povo ir fumar. Mas enfim, se você vai fumar numa boate, cuide pra não queimar ninguém. Você pode acabar queimando também o seu filme.

Proteja o seu cigarro com a mão. Faça uma concha voltada pra você, e o cigarro no meio dessa concha. Problema resolvido. Bom, cuidado para não se queimar também, é claro. Mas ao menos desse jeito o prejudicado é você, que ao mesmo tempo é o culpado.

Regra 4 - Cuidado com os maus cheiros

Se você fuma, suas chances com um(a) não-fumante são reduzidas drasticamente. A idéia de beijar um cinzeiro não é agradável. Aliás, até suas chances com um(a) fumante caem. Mas não é só com o mau-hálito que você deve se preocupar.

Há produtos para desodorizar ambientes que têm ação contra o cheiro do cigarro. Use no seu quarto, em sua casa. Há também produtos específicos para seu carro e até para suas roupas!

É! Não esqueça das suas roupas. Tem gente que, antes de uma longa viagem, fuma dentro de algum cubículo, como um banheiro, na tentativa de saciar seu desejo por nicotina e suportar um longo tempo sem fumar. Mas coitado de quem fica do lado dessa pessoa na viagem!

Arrrrrgh!
“Sua roupa tá fedendo”!

Tome cuidado com os odores que o cigarro deixa em você. Se possível, lave a mão depois de fumar. Procure ambientes mais abertos (regra 1). Procure novas formas de manter sua roupa cheirosa (ou pelo menos não-fedida).

Você nem sente, mas a pessoa do seu lado lhe odeia por causa do seu fedor.

Siga essas recomendações e você atingirá o objetivo de fumar sem ser odiado.

Mas ainda estará sujeito a câncer de pulmão.

Cinzeiro

Veja também:

Saturday
5/Jan/2008

Eu tenho um amigo que é simplesmente doente por informação. O cara é viciado em novos conhecimentos e não esquece os antigos. Assim como ele tem que ficar sabendo do incêndio que acabou de acontecer do outro lado da cidade, ele ainda sabe de cor a escalação do jogo Santos x Jabaquara do campeonato paulista de 1960.

Como seria meu amigo se o cérebro precisasse crescer para absorver muita informação

Se quantidade de informação absorvida se refletisse no tamanho do cérebro, esse meu amigo seria igual ao menino da figura acima. Mas pra sorte dele, ele é normal. Segue uma foto dele de alguns anos atrás.

Kreba
Foto do meu amigo

Mas por que estou falando dele? Esse post não era pra ser sobre feeds?

Então. Vamos lá. Primeiro, “Feeds são usados para que um usuário de internet possa acompanhar os novos artigos e demais conteúdo de um site ou blog sem que precise visitar o site em si.” Essa é a explicação prática, segundo a Wikipedia (consulte-a se quiser uma explicação mais técnica também).

Ou seja, feeds são a invenção perfeita para meu amigo. Ele poderia acompanhar todos os milhares de sites de notícias que saciam seu vício sem ter todo o trabalho de entrar nos sites e clicar em todos os links que lhe são interessantes.

Poderia. Ao menos na época em que trabalhava com ele, ele não usava. Mas mais recentemente, eu estava conversando com outro amigo nerd, e ele me disse que não fazia idéia do que eram esses tais de feeds, RSS, etc. E essa descoberta foi uma reação em cadeia: cada hora eu descubro mais pessoas que visitam freneticamente os mesmos sites todo dia, e chega a me dar canseira imaginar essa trabalheira!

Cara, se você lê muitos blogs, ou acessa muitos sites de notícias sempre em busca de informação quentinha, você precisa assinar os feeds desse site. Precisa! Facilita muito a sua vida.

Quer uma prova do quanto a sua vida fica mais fácil?

Eu estava escrevendo esse texto, ontem de madrugada, e estava achando uma m* o tutorial que estava escrevendo de Feeds, RSS, Atom, etc. Então desisti, fiz outro post (e reclamaram de eu ter postado algo só pra não passar em branco, mas a pessoa que reclamou é uma chata, então não conta!) ;-) e fui ler meus Feeds.

Sou assinante do feed do Boombust, e encontrei justamente lá um vídeo sobre Feeds melhor do que qualquer coisa que eu tentei escrever ontem.

Segundo o site, eis os créditos do videozinho:

Depois de ver o vídeo, que é muito divertido, tenho certeza que você vai passar a se interessar por essa ‘nova’ forma de ler seus sites favoritos.